31 de julho de 2009

CAMPOS DO JORDÃO- Como será que é?



Não sei porque eu sempre ouvir falar sobre Campos do Jordão, mas eu descobrirei nesse final de semana. Meu amigo "bom de grana" que voltou da Inglaterra (espero que ele não tenha pego a gripe suína) e tem um apartamento lá que acabou de ficar pronto e ele me convidou. Não se preocupem meus caros leitores, este post é exatamente para dizer que eu deixei programado uma postagem do meu livro (já que filme eu ainda não vi nenhum. Não pude ir na locadora e não passa nada de bom na televisão). Espero que vocês tenham um bom final de semana. Não se preocupem que eu volto no Domingo, pronto para postar a Música da Semana.

30 de julho de 2009

ATIM! SERÁ QUE ESTOU COM GRIPE SUÍNA? MELHOR NÃO IR NA ESCOLA. É VERDADE. RECESSÃO


Vocês pegaram a porca errada!

Vocês sabem como está a gripe suína, né? O porcos espirram, as pessoas por perto pegam gripe e acabam morrendo e indo para o Paraíso. Ops, acho que não é bem assim, mas tudo bem. Minha pessoa não falará como você pode pegar a gripe, para isso existem os pais, a televisão, ou a escola.

Falando em escola, meus amigos e amigas, meus colegas de sala e eu fomos dispensados das aulas, até segunda ordem (sempre quis dizer isso). Primeiro pensamento sobre isso: "Iei! Não teremos aula! Uhu!". Segundo pensamento sobre isso: "mer***". Sabe por que pessoas? Porque teremos que repor essas aulas. De sábado.

Agora aquele senhor me dirá que ele sempre teve aulas ao sábado. A minha resposta é está: "Isso é coisa do passado! Quem vive de passado é museu, o futuro a gente faz agora". Sério: que ser quer ter aula de sábado? Sábado é o dia divino da folga e do passar o tempo. É o dia do vagabundo, é o dia de dormir até tarde. E agora terei que repor aula?

"Mas você quer pegar gripe menino do capeta?". Eu não quero, mas pra que isso vai adiantar? Sabe qual foi o primeiro pensamento de um pessoalzinho da minha sala? "VAMO SAIR!". Ou seja meu caro leitor que tem muita paciência para ler os meus posts: isso não vai servir pra nada, vai apenas piorar. Quanto mais dias eles podem sair, mais serão as chances de pegar a gripe.

Se eu ficarei para as aulas de sábado? Não sei, uma escolha muito boa seria todo mundo do Ensino Médio fazer greve. Sabe a conclusão de tudo isso? Cada vez mais o aluno não tem voz na escola (para decidir se quer ter aula ou não), e, cada vez mais a escola particular começa a se mostrar o que ela sempre foi: uma empresa. Não digo isso apenas de minha escola, mas de todas as escolas particulares. E vocês querem saber de uma coisa? Para estar prorrogando as aulas desse jeito, é porque o governo está escondendo muitas coisas, além da mídia é que está exagerando, e muito! Pesquise quantas pessoas pegaram a gripe normal para você entender do que eu estou falando.

28 de julho de 2009

PRESSÁGIO- Nick e o fim do mundo. Novidades?

Oh My God! Chandler Bing!

O pessoal que me conhece sabe muito bem que eu não gosto da atuação de dois atores: Tom Hanks, que tem sempre a mesma cara, porém que está muito bem em Filadélfia, e, o Nicolas Cage. Depois de ler o blog da Lola, comecei a prestar atenção na atuação do infeliz do Cage (na verdade eu só tinha visto um filme com ele na época: A Lenda do Tesouro Perdido) que é a mesma coisa que o Hanks, mas que nunca esteve bom (pelo menos o Hanks está bom num filme). Mas vamos a história, porque a verdade é que Presságio é bem fraquinho e bem porco, ou seja, mal feito. Mas saibam: foram meus pais que alugaram. Eu não me atreveria a alugar tal coisa, ou criatura.


Um menino (obviamente o filho do Nicolas Cage, dã!) pega o desenho de uma menina (mostrada no íncio do filme que é simplesmente maluca) de uma cápsula do tempo de sua escola, cinquenta naos depois. A verdade é que ela não desenhou, mas escreveu um monte de números. Como Cage é PhD, professor de não sei o que, e blá, blá, blá, e blá, ele descobre que os números mostram exatamente as datas e os locais de acontecimentos desastrosos que aconteceram, e, descobre que tem mais dois acontecimentos, sendo assim, ele tenta salvar as pessoas (e o mundo).


Olha, o filme é bem porquinho (olha a gripe!). A edição de som deve ser a pior coisa que tem no filme. Nunca ouvi uma edição de som tão ruim com a do filme. É simplesmente horrível, e, nem as atuaçãoes se livram. Horríveis, horríveis, horríveis, e, dessa vez, pai e filho estão juntos nessa, além dos outros personagens. O que talvez seria bom no filme é a história. A história é bem óbvia, mas o final é diferente e interessante. porém, a questão é: Vale a pena ver o filme apenas pelo final? Para a minha pessoa a resposta é não. O melhor é ver um spoiler na internet, porque Presságio não vale nada.

27 de julho de 2009

MÚSICAS DA SEMANA

Mil desculpas por não ter postado a música desta semana. As minhas aulas voltaram e eu precisei arrumar minhas coisas (além de ir ao supermercado comprar o meu lanche [porque a cantina da escola é um roubo!). Mas para recompensar, eu postarei duas músicas (eba!). A primeira é para comemorar o Dia do Amigo. Sei que já passou, mas é bom lembrar dos amigos, não? E a segunda é para as pessoas que se acham feias, principalmente as mulheres "cheinhas". Lembre-se: todo mundo é bonito (até mesmo a Dercy! Ela tem um charme que nem te conto). E vamos lá: para o Dia do Amigo, temos a música Amigo estou Aqui do filme Toy Story, e, para as pessoas lembrarem-se de que são bonitas, aqui está Big Girl You Are Beatiful do Mika. Bom apetite (afinal, tem pessoa que sente o gosto da música!).

Amigo Estou Aqui





Big Girl You Are Beatiful



26 de julho de 2009

O LUTADOR- Lutando contra os erros... do filme


Aut! Bem na cara

Posso já dando a má notícia? É que hoje eu acordei com um humor não muito bom. Sonhos ruins, problemas com fones de ouvido, muitas pessoas no supermercado, muitas pessoas LENTAS no supermercado (mamãe e papai, cof cof), quebrei alguma coisa quando tirei do carrinho (não sei o que é, mas era alguma coisa parecida com um leite), resumindo, não estou de bom humor, mas ainda bem que eu vi o filme ontem na casa da minha tia e posso dizer uma coisa: o filme não é aquele TANTO que todo mundo fala.
A história é sobre Randy (o antigo galã e agora destruído Mickey Rourke), um lutador de luta livre, que de luta livre não tem nada, já que tudo é arranjado. Assim que tem um ataque cardíaco, Randy tenta mudar sua vida, mesmo sabendo que a luta é o seu lugar.

A história é muito boa, não nego, mas o roteiro é meio "enchendo linguiça". Muitas pausas longas e muitos momentos insignificantes sem fala e sem importância alguma, pode e vai (para a maioria das pessoas) cansar. Não lembro quantas vezes eu fiquei olhando o relógio do DVD para ver o quanto já tinha passado do filme. Isso mostra uma edição ruim do diretor Darren Aronofsky, que fez o ótimo Réquiem Para um Sonho.
Nem sei porque o Mickey Rourke foi indicado para o Oscar. Tudo bem que o personagem é igualsinho ao ator, já que os dois eram astros e depois ficaram, vamos dizer assim na lama, principalmente o Mickey, mas ele nem está tão bom no filme para ser indicado. Se vocês não viveram na década de 80/90, saibam que o Mickey era um galã, tipo Robert Pattinson e o Zac Efron. De tanto se encher de plásticas mal feitas, o ator parece um boneco de plástico queimado. Quem está bem mesmo em atuação é a striper Cassidy (Marissa Tomei) e a filha do lutador, Sthephanie (Evan Rachel Wood).

Com faltas na edição final, muito tempo de duração para pouca história que poderia ser mais direta, falhas no roteiro (o cara está perdoado porque é o primeiro roteiro dele, mas que não aconteça novamente! Ouviu!) e atuações medíocres/ boas, O Lutador nem é um filme tão bom assim, sendo super estimado pelos críticos e pela mídia. Quem pode dizer isso é a minha prima e o namordado dela. Os dois durmam rapidinho, e o mais cômico, os dois estavam dormindo iguais: de boca aberta. Não por causa do filme ser muito bom, mas pelo sono mesmo.

25 de julho de 2009

CACHORRO- Um teste para todos

Vai me rejeitar com essa carinha que eu tenho?

Primeiro Dia

Pessoal, foi muito legal ter cuidado do cachorro da minha tia. Acho que qualquer pessoa que queira adquirir um cachorro (adotando ou comprando) deveria passar pelo mesmo processo pra ver se realmente pode cuidar de um cachorro (ou seja, "alugar" um cachorro temporariamente ou pedir para sua tia querida deixar o cachorro dela numa "colônia de férias", ou seja, sua casa), e, se têm paciência para o mesmo. Pelo menos até agora está muito bem e acho que posso passar no teste (Eba!).


Adivinha como começou o meu dia e o dia do Bourdeaux (sim, este é o nome do cachorro e sei que tem uma raça de cachorro com o mesmo nome, mas não olhe pra mim, o cachorro não é meu, e, eu gosto do nome dele)? Minha irmã muito querida nos acordou às cinco e meia da manhã, ou seja, as cinco horas da manhã já dava para ouvir os passos do cachorro (problema do vizinho de baixo).

O único problema dele é que ele é muito fresco para comer. Foi engraçado que eu liguei pra minha tia porque no manual do cachorro (que contém três páginas), dizia que ele só poderia comer uma ou batata cozida amassada, ou um ovo cozido ou uma lata de atum s/ óleo e minha tia ficou desesperada pensando que algo de grave tinha acontecido com ele (desculpa tia pelo transtorno). Então eu misturei a batata com a ração, porque não havia outro jeito dele comer a ração.


Agora vocês realmente vão começar a rir. Minha tia tinha me avisado, mas eu pensei que era brincadeira. O Bourdeaux estava na cozinha e voltou todo feliz e pulante (embora eu tentasse fazer ele parar de pular, porque fará mal para ele no futuro). Qual foi a minha conclusão? Ele tinha feito pups (xixi é pips e coco é pups). Agora me diga: mais alguém que tenha um cachorro pode me dizer se o seu cachorro fica feliz depois que faz o número dois? Porque é simplesmente cômico! Quem fica feliz de fazer o cocô?

Segundo Dia

Olha, o segundo dia foi normal como o primeiro dia. Dessa vez pude levá-lo para passear e adivinha só? Ele começou a babar. O motivo ainda não sei ao certo, mas era muito cômico. Outra coisa muito cômica do cachorro é que ele fica caçando as orelhas das pessoas. Meu pai estava deitado e o cão não parava de querer lamber a orelha dele. Muito bom!

Pois é pessoal, eu passei no teste de responsabilidade. Eba! Agora o único problema é o financeiro mesmo. Não espere que eu faça propaganda no blog (pede-se dinheiro para adquirir cão), porque não o farei. Quando as coisas ficarem melhores (e espero que fiquem em Dezembro), meus pais disseram que "pode haver a possibilidade" (odeio essa frase, mas fazer o que?) de possuir um cão. Agora, mesmo eu terei meu tempo livre para deliciar vocês, com filmes, música e leitura (que finalmente li Angústia!).

24 de julho de 2009

CORALINE E O MUNDO SECRETO- Apenas na metade...

Ops! Acho que deu zebra!

Vocês já ouviram falar no nome Henry Selick? Nunca? Ele é o diretor de O estranho mundo de Jack (sim pessoas, não foi o Burton que dirigiu Jack) e James e o Pêssego Gigante, dois filmes ótimos (acho que vocês sabem agora quem ele é), obras-primas. O diretor escorregou, e feio, em seu trabalho live-action Monkeybone- No Limite da Razão que pode ser resumido em uma palavra: péssimo. Agora (quero dizer, ano passado) o diretor fez seu novo filme Coraline e o Mundo Secreto.

A história fala de Coraline, uma menina de onze anos que está completamente entediada com sua nova casa. Seus pais são chatos, seus vizinhos novos são estranhos e, um menino, Wybie (acho que é assim que escreve o nome do infeliz), fica enchendo o saco da coitada. Numa noite, Coraline passa por uma porta e encontra um mundo não tão diferente do seu, porém com mudanças significantes. Seus pais, seus vizinhos e Wybie são legais com ela e ela acho isso ótimo e tudo é mágico, mesmo que ache estranho as pessoas terem botões nos lugares dos olhos. O que ela não sabe é que por trás de tudo isso tem uma grande armadilha.

Olha, eu convenci meu pai (na verdade eu não convenci, eu apenas peguei o filme da locadora e ele ficou extremamente bravo comigo, para não dizer outra palavra) de alugar o filme, porque eu tinha muita vontade de assisti-lo. Afinal, olhas os filmes que Selick fez: O estranho mundo de Jack e James e o Pêssego Gigante. Mas Coraline desaponta no seu roteiro. Coloquei o filme no DVD do quarto dos meus pais e dormi nos primeiro quarenta e cinco minutos porque era muito entediante, e é verdade! É muito parado, sem ação, romance, fantasia, nem nada! É paradíssimo. Mas depois eu voltei a ver o filme (um pouco com medo, mas voltei, afinal eu paguei por ele) e adivinha só? Depois dos primeiros quarenta e cinco minutos o filme fica bom.

Nos próximos quarenta e cinco minutos vemos um desenho mais sombrio do que o próprio Jack. Se você viu Jack sabe que o filme é sombrio e muitas crianças pequenas ficariam com muito medo do filme, e, posso dizer que Coraline "mete" muito mais medo do que Jack. O fato das pessoas do novo mundo terem botões nos lugares dos olhos já dá uma ideia meio assustadora. Depois então, nossa. Se você assistir esse filho com uma criança de quatro anos, e essa criança for seu filho/filha), pode se preparar para a hora de dormir.

Embora eu não possa negar que a técnica de animação tenha sido muito difícil de ter sido feita e que tenha ficado excelente (frase do Mr. Burns), Coraline ainda possui erros no seu roteiro inicial, mesmo sendo uma das animações mais sombrias e adultas que já foram feitas. Um pouco de empenho no roteiro (que foi realizado pelo diretor) e o filme poderia ter sido mais uma obra-prima de Henry Selick.

OBS: Mil desculpas por não ter postado ontem. Eu estou sendo babá (é assim que escreve? Não sei onde é o acento [inergumino]) do cachorro da minha tia. Aproveitarei que ficarei com o cachorro dois dias e farei um, vamos dizer assim, "Diário de Bordo". Mas não se preocupem, ainda tem filme para postar...

23 de julho de 2009

LIVRO III- Capítulo 10

Capítulo 10- Any

Uma linda menina negra com mais ou menos dezesseis anos estava coberta pela luz do estádio. Alta, bela e robusta, usando nada mais nada menos do que um vestido branco de casamento.

-Olá Any

-Faz muito tempo não Bellks?

-Sim- respondeu o mesmo.

-O que está acontecendo?- sussurrou Juliet para Stall.

-VOCÊ QUER MESMO SABER?- berrou Any.

-Não...

-Como assim Bellks? Não quer que seus amigos saibam a verdade? Problema seu fedelho!

Todas as luzes do estádio se apagaram.

-Éramos um lindo casal- berrou Any.

-Pare!- disse Bellks.

-Começamos a sair e ele não queria contar para ninguém sobre nosso relacionamento só porque eu era negra.

As luzes acenderam e Any estava ao lado de Bellks.

-Nosso amor era tão puro não era meu amor?- perguntou Any encostando sua cabeça no ombro de Bellks- Ficávamos noites e noites no telhado do teatro da minha rua observando o céu à noite.

-Eu tenho outra agora Any- disse Bellks se desgrudando de Any e dando alguns passos para trás.

-Disso eu já sei seu idiota, mas deixe-me continuar a história que seus amigos não sabem- disse Any dando alguns pulinhos- por favor? Deixa vai!

-Eu não escondia você porque você era negra. Eu não me importo com isso e se meus pais se importassem eu não ligaria. Eu parei de sair com você porque você era louca!- disse Bellks levantando a voz na última palavra.

-Hahahaha!- soltou Any uma gargalhada e parando de dar seus pulinhos- eu? Louca? Imagine só? Você ainda tem a marca na nádega direita Benjinho?

-Que marca?- sussurrou High para Juliet.

-Ha!- soltou Any uma nova gargalhada, mas penetrante que a anterior- eles não sabem? Pois eu conto...

-Na nossa primeira noite juntos Any fincou uma faca na minha nádega direita.

-Ele saiu correndo para o hospital dando a desculpa que estava em casa e sentou em cima do faqueiro. A verdade é que estávamos no carro do pai dele...

-Você roubou o carro do seu pai?- perguntou Stall.

-Você faz coisas idiotas por amor- disse Bellks.

-Ai! Que lindo- disse Any sarcasticamente- amor...

-Só me diga que isso foi antes de Packet- disse Juliet.

-Um ano anterior- disse Bellks- e cinco meses para ser mais exato. Nos conhecemos na sessão de um filme. Começamos a conversar e uma coisa levou a outra e começamos a sair.

-Três meses e ele nunca me apresentou à vocês- disse Any.

-Porque você não estava pronta- disse Bellks- e continua não estando.

-Mas vamos continuar a história?- perguntou Any implorando de joelhos- tem tanta coisa que você nãos sabe Bellks.

-Sei o que aconteceu depois- disse Bellks- você foi embora.

Any se levantou e deu um tapa na cara de Bellks. As luzes se apagaram novamente.

-Nunca pule detalhes numa história!- gritou Any- Mentiroso.

-O que mais eu teria que falar?- perguntou Bellks- que eu te deixei? Que eu não retornava suas ligações? Que eu me escondia de você?

-Sim- disse Any- era exatamente tudo isso que eu queria ouvir. E você sabe o que aconteceu comigo depois disso Bellks?

-Não- disse Bellks- eu nunca mais te vi.

-Exato!- disse Any- fiquei em total depressão. Não conseguia olhar para nenhuma pessoa, nem mesmo para os meus pais. Eles pensaram que era alguma coisa na escola, eu disse que não era. Eles pensaram que era alguma coisa em casa, mas eu disse que não era. Então...

-Vocês se mudaram- disse Juliet.

-Exatamente- disse Any- a coisa mais óbvia que meus pais queriam era sair daquele lugar. Afinal eu sempre fui a filha alegre, feliz por viver, agradecida por tudo que eles amavam. O que tinha acontecido comigo? Eles não sabiam e coloram a culpa no lugar que eu mais amava.

-Você era louca!- gritou Bellks- você me mandava cartas com ameaças de morte!

-Mas era porque eu te amava meu amor- disse Any chorando- eu não conseguia ficar longe de você.

As luzes se apagaram e logo ascenderam novamente e Any estava perto de Bellks, cerca de seis metros.

-Ainda não consigo ficar longe de você- disse Any.

-Mas eu consigo- disse Bellks dando um passo para trás- e o que aconteceu?

-Me mudei- disse Any- meus pais perceberam que eles tinham apenas piorado as coisas. Mudei-me para uma casa perto de um lago, sabia? No alto de uma montanha. Era só pegar o carro que em cerca de dez minutos eu já estava perto do lago.

Juliet soltou um grito agonizante. Ela sabia o que tinha acontecido.

-Me matei- disse Any- não conseguia ficar longe de você. Me joguei da montanha em direção aos rochedos.

-Isso pra mim pouco importa- disse Bellks- você era louca e isso não vai mudar minha opinião sobre você. Você merecia.

-Sério?- perguntou Any.

Todas as luzes se apagaram.

-E você poderia dizer isso na cara de seu filho? –berrou Any.

As luzes se ascenderam. Do lado de Any agora estava um menino usando um shorts preto e uma camisa preta. Ele não era muito negro, tinha puxado mais o pai do que a mãe.

-Ele seria assim com quatro anos- disse Any.

-Papai!- gritou o menino de felicidade por ver o pai pela primeira vez.

Bellks começou a desmoronar. Sentou no chão, colocou sua cabeça perto dos joelhos e começou a chorar. Seu filho ficou ao lado dele sem encostar no pai.

-Por que você está chorando papai?- perguntou o menino.

-Nada meu filho- disse Bellks saindo de sua posição fetal e dando um abraço no menino.

-Papai está aqui agora- disse Bellks com lágrimas saindo de seus olhos..

As luzes se apagaram. Bellks percebeu que estava dando um abraço no vazio e as luzes ascenderam novamente. O filho estava grudado ao lado da mãe.

-Agora você quer ser o pai?- perguntou Any- eu te telefonei, mandei cartas e você não respondeu nenhuma!

-Você me ameaçava de morte!- gritou Bellks- Você era uma vaca louca!

-Mas no final de todas as cartas eu dizia que eu tinha uma surpresa para o nosso futuro!- gritou Any com a voz rouca.

-Pensei que você queria me matar- disse Bellks com a voz fraca.

O filho de Bellks se soltou de Any e começou a correr em direção ao pai. Os dois deram novamente um abraço e Bellks percebeu que seu filho tinha colocado alguma coisa no bolso da calça de Bellks.

As luzes se apagaram e alguns passos foram ouvidos. As luzes se ascenderam e Any estava ao lado de Bellks e seu filho.

-Agora podemos ser uma filha feliz- disse Any abraçando os dois- unida por toda a eternidade.

O filho de Bellks segurou a mão do pai e começou a correr. Bellks começou a correr junto com o menino. Any ficou parada exatamente no lugar onde estava.

-Não faça isso papai- disse o menino- mamãe me maltrata.

-Como assim meu filho?- perguntou Bellks.

E as luzes apagaram. Quando as luzes ascenderam Bellks pode ver o braço do menino todo com cortes de faca.

-Me salve pai- disse o menino- me mate papai.

As luzes ascenderam. Any estava ao lado do menino. Agarrou-o e começou a correr.

-PAI!- berrou o menino.

Quando Bellks colocou a mão no bolso, ele pegou a faca que a mãe usava para torturar o menino. Bellks começou a correr tentando alcançar os dois.

-Hahaha!- soltou Any outra gargalhada- você nunca mais verá o menino Benjinho.

As luzes se apagaram, mas Bellks continuou a correr. As luzes ascenderam novamente e eles não estavam mais lá.

-Aqui!- gritou o menino- pai!

Bellks virou-se para a esquerda e viu os dois parados.

-Estou indo filho- disse Bellks.

As luzes se apagaram novamente. Bellks ficou parado.

-Pai!- gritou o menino!

Bellks começou a chorar e começou a correr no escuro do estádio. As luzes ascenderam de novo. Sabia que tinha que deixar seu filho longe de Any, mas não podia aceitar o pedido do filho, nem ao menos torná-lo realidade.

-Aqui idiota!- gritou Any soltando logo em seguida outra gargalhada- você nunca irá nos pegar.

As luzes se apagaram novamente e Bellks lembrou-se do pedido de Packet, ouviu os berros de seu filho em total desespero. Foi então que tudo estava entendido. Ele estava sofrendo, mas não tinha que ser assim. Aquele era seu mundo. Em seu mundo ele tinha que ser feliz, ele tinha que fazer tudo o que podia e tudo o que queria que acontecesse.

As luzes do estádio ascenderam.

-Como?- perguntou Any.

-Apenas use sua mente- disse Bellks.

-ISSO!- gritou Sky abraçando Juliet e todos- ele conseguiu!

-Conseguiu o que?- perguntou High.

-Eu que mando na minha mente!- gritou Bellks- e não você Any e nem mais ninguém.

Assim que essas palavras foram ditas, Any soltou seu filho que começou a correr em direção ao pai. Assim, Any começou a sentir uma leve coceira que começou a se espalhar pelo corpo. Quando percebeu, a pequena coceira era na verdade fogo. Em poucos segundos Any virou cinzas espalhadas pelo vento.

-Papai!- gritou o menino dando um abraço no filho- obrigado papai.

-Não se preocupe filho- disse Bellks nunca te deixarei. Isso é uma promessa. Mas filho, posso te pedir uma coisa?

-Qualquer coisa pai- disse o menino.

-Me diga seu nome.

22 de julho de 2009

ANGÚSTIA- O primeiro King

Olha a cara da Annie de orgulho

FINALMENTE! Depois de três meses com o livro emprestado, eu acabei Angústia. Entendam que eu pedi o livro emprestado ao meu amigo Luciano durante as semanas de provas e trabalhos, então não deu para ler o livro naquele momento. Agora que veio as férias, eu vi vários filme e continuei a ler o livro, e, agora finalmente acabei e só posso dizer uma coisa: é um dos melhores.

A história base é a mesma que a do filme do livro (que ganhou o título Louca Obsessão): Paul Sheldon é um grande escritor, conhecido por sua saga de livros Misery. Quando ele acaba , Carros Velozes (seu novo livro após o final da série Misery), ele começa a dirigir durante uma nevasca, e, acaba capotando o carro. Annie Wilkes o salva. O que ele não sabe é que Annie é realmente sua fã número um, obrigando-o a queimar seu novo livro (Carros Velozes) e continuar a saga que ela tanto gosta do autor: Misery, mesmo que tenha que torturá-lo para isso.

Eu adorei o livro, um dos melhores que eu já li com certeza. Se você é uma pessoa que acha é o livro será leve e fantasioso, saiba que King é pesado em seus livros (outra prova disso é O Iluminado que eu comecei a ler) e gosta dos detalhes mais sórdidos (é assim que escreve?). O sentido pesado, além de ser dedicado aos fatos de, vamos dizer assim, "sacanagem", se referem ao livro em si. Ao contrário de livros como Crepúsculo e Harry Potter, que fazem detalhes descartáveis, como por exemplo, "seu aroma parecia com rosas que sentiu numa tarde de verão há cinco anos atrás no parque da cidade que morava com sua avó e seu gato", no qual o leitor já está pensando em outra coisa, como por exemplo a janta. Já Sthephen King quer que você saiba de todos os detalhes. Em Angústia você tem que prestar atenção em cada detalhe porque o mesmo pode ser usado mais pra frente, sendo assim, a leitura ter que ser muito atenciosa, levando assim mais tempo para se ler.

Se você já viu o filme do livro, Louca Obssesão, saiba que o filme é fichicha perto do livro. Em certos momentos, Paul sofre demais (como por exemplo chegar ao ponto de beber a própria urina) e que as torturas de Annie são mais aprofundadas (faça o seguinte: pegue a marreta do filme e troque pelo machado do livro e use um pouco de imaginação), o que pra mim são mais legais ainda (algumas pessoas devem estar pensando que sou masoquista). Outra coisa que também é extremamente diferente é o Paul do livro e do filme. O Paul do livro é bem mais forte que o do filme, que é um frouxo (como diria a minha irmã).

Uma coisa que eu gostei de Angústia é que ele não têm capítulos muito longos. O livro é dividido em três partes e têm capítulos pequenos, alguns com apenas dois ou três parágrafos, mas também têm os capítulos grandes, com cerca de sete páginas de capítulo (isso seria um capítulo grande? Já li livros com vinte páginas apenas um capítulo). Sendo assim, prefiro muito mais o jeito de King de dividir seus livros (sim, ele fez a mesma coisa no O Iluminado) deixando seus livros um pouco mais leves para o leitor.

A única coisa que eu não gostei do livro foi o livro que Paul começa a escrever para Annie. Para participar da história, King coloca capítulos do livro que Paul começa a escrever para Annie, A volta de Misery, e, como o livro é de época (e não gosto de coisas de época) foram as únicas partes que eu achei cansativas no livro. Eu achei uma boa ideia para deixar o leitor mais dentro da história possível, mas infelizmente não funcionou comigo.

Eu recomendo que vocês leiam o livro, mas infelizmente será muito difícil de vocês fazerem o mesmo, afinal este livro é muito raro. Fui procurá-lo no Mercado Livre e adivinha só? O livro está custando cerca de cinquenta (sem trema [aut]) à oitenta reais. Mas fiz uma pesquisa dos livros do King em sites, e, vi que o preço de seus outros livros está mais ou menos na mesma faixa. Aja dinheiro para comprar os livros do Sthephen, mas acho que no caso de Angústia, vale muito a pena. Agora quero saber como fizeram a peça...

21 de julho de 2009

LIVRO III- Capítulo 9

Capítulo 9- O penúltimo desafio

-Bellks?- perguntou Juliet.

-Sim?- perguntou o mesmo de olhos fechados.

-Pessoal venha, parece que ele está bem!- gritou Juliet.

Todos ficaram ao redor da cama de solteiro. Bellks estava deitado, e, ainda estava todo ensangüentado, por isso que ninguém estava tocando nele.

-O que aconteceu?- perguntou Bellks ainda meio desacordado e com a voz fraca.

-Desculpe cara, mas você está muito aterrorizante- disse Gabriel- tinha que fazer alguma coisa.

-Ai!- disse Bellks- tenho mais um galo ou é minha impressão?

-Espere-disse Sky.

Sky levantou-se da ponta da cama e foi até a cabeça de Bellks. Assim que achou o galo, Sky colocou sua mão no mesmo e uma luz verde surgiu e desapareceu. Não havia mais nenhum galo.

-Como você faz isso?- perguntou Bellks.

-Você terá que descobrir- disse Sky.

-Neste último desafio?- perguntou Bellks ainda meio tonto.

-Na verdade não- disse Sky- nesse desafio você terá que ser forte emocionalmente.

-Quero só ver essa- resmungou Bellks.

A porta se abriu e uma pessoa que Bellks não via fazia muito tempo apareceu. Agora com uma barriga maior, cabelos ressecados e com uma aparência cansativa. A pessoa passou por todos e sentou-se na cama ao lado que era próxima da cama de Bellks, e, começou a segurar a mão do mesmo.

-Bellks?- perguntou Carmen.

-Ele já acordou- disse High.

-E se eu fosse você eu não encostaria na mão dele- resmungou Stall.

Carmen viu todo o sangue na mão de Bellks. Quando viu pela primeira vez pensou que era geléia de goiaba, mas quando viu que ele estava todo coberto pelo mesmo liquido, logo notou que era impossível ter tanta geléia pelo corpo.

-Pessoal?- disse Bellks- Vocês poderiam me fazer um favor?

-Sim- disseram todos.

-Me deixem sozinho com Carmen- disse Bellks.

-Por quê?- perguntou Gabriel.

-Porque sim- disse Carmen- apenas obedeça.

-Vai começar- disse High.

-Saiam logo- resmungou Bellks- é rápido.

-Tudo bem- disse High.

E assim fizeram e agora Bellks estava sozinho com sua melhor amiga.

-Que foi?- perguntou Carmen.

-Eu tive um sonho- disse Bellks- Packet estava grávida.

-Mais uma?- resmungou High detrás da porta.

-Saia High!-gritaram os dois.

-Que droga- resmungou High.

E High saiu detrás da porta e agora os dois estavam realmente sozinhos.

-Você acha que é verdade?- perguntou Carmen.

-Não sei- disse Bellks- nós estávamos usando proteção, mas depois que Elizinks me possuiu...

-Poderia ter se rompido- interrompeu Carmen.

-Sim- respondeu Bellks- e agora terei um filho.

-Ou uma filha- retrucou Carmen.

-Mas não é isso que eu quero falar para você- disse Bellks- eu quero te pedir que cuide de Packet e de meu filho caso alguma coisa aconteça comigo.

-Eu tenho o meu próprio filho para cuidar- disse Carmen.

-Não se preocupe- disse Bellks- quando digo isso é para vocês ficarem juntas.

-Mas você ainda não tem certeza de nada, certo?-perguntou Carmen.

-Não- disse Bellks.

-Então não se preocupe- disse Carmen.

Mas era exatamente o contrário o que Bellks estava pensando. Assim que viu Packet dentro da gaiola dourada com uma barriga do mesmo tamanho que a de Carmen, e, a voz de Packet ecoando pela sala escura falando que estava esperando um filho, Bellks simplesmente se petrificou.

-Ok- disse Bellks levantando da cama- me deixa tomar banho e tirar esse sangue de mim.

-Tudo bem- disse Carmen- irei me encontrar com os outros.

-Nem precisa informar sobre a novidade- disse Bellks- acho que High já disse para todo mundo.

Carmen deu uma risada e saiu do quarto.

Bellks entrou no banheiro, tirou a roupa e viu seu reflexo pelo espelho. Estava completamente ensangüentado com cara de acabado.

-Acho que um bom banho não mataria ninguém- disse a voz misteriosa novamente.

-Mostre-se- disse Bellks.

-Não precisarei- disse a voz- sou seu próximo desafio. Não estou tão distante.

-Estou pronto para você- disse Bellks.

-Não teria tanta certeza.

A voz sumiu e Bellks tomou seu banho tranquilamente. Demorado, mas tranquilamente. Desse modo, ele saiu da ducha, colocou uma toalha ao redor da cintura e se trocou no quarto e viu seu reflexo no espelho. Agora ele estava bonito, parecia um galã de novela.

-Agora sim- disse Bellks.

Assim que terminou de se trocar, Sky entrou no quarto.

-Você ficaria com raiva de minha pessoa se eu te falasse que seu desafio será agora?- perguntou Sky.

-Não- disse Bellks- estou confiante.

-Como assim?- perguntou Sky.

-Nada- disse Bellks- apenas me deixa comer um pão com alguma coisa...

-Aqui está- disse Sky mostrando um sanduíche- mortadela, presunto e queijo. É esse que você gosta, não?

-Sim- disse Bellks.

Sky ergueu a mão para dar o sanduíche à Bellks. Mas de repente ele deu um abraço no amigo.

-Parabéns- disse Sky.

-Obrigado- disse Bellks- e todos já sabem?

-Sim- disse Sky- High contou para todos.

-Que beleza- resmungou Bellks com um pedaço do sanduíche na boca.

-Vamos?- perguntou Sky.

-Sim- respondeu Bellks.

Assim que Bellks saiu do quarto, todos seus amigos estavam ao seu redor pulando em volta dele cantando “Ele é um bom companheiro”, e, ele comendo o sanduíche de mortadela, presunto e queijo. Assim que acabaram todos saíram do hotel.

-Vamos pegar uma carona- disse Sky.

-Como assim?-perguntaram todos, afinal não havia nenhum veículo na rua deserta com todas as lojas fechadas.

Sky pegou um pó e jogou em cima de todos.

-Eu sou alérgico- disse High.

-O que é isso?- exclamou Stall- estou voando!

E todos perceberam logo de cara o significado do pó mágico.

-Pensem...

-Numa coisa boa- responderam todos para Sky.

-Isso mesmo- disse Sky- sigam-me.

E todos começaram a voar e começaram a perceber coisas pela cidade. Passaram pelo barco pirata, com a mulher ainda grudada nele, viram o primeiro hotel e viram uma imensa montanha-russa.

-Isso é apenas um enfeite- gritou Sky- mas se quiserem podemos ir no parque depois do desafio.

-Acho que não!-resmungou High.

E eles voaram e viram as coisas mais bonitas desde que entraram na mente de Bellks: viram flores espalhadas por campos enormes, viram cavalos e outros animais andando para um lado e para o outro. E viram um belo lago com vários barcos navegando com nenhuma pessoa dentro dele Até que viram um local escuro. Parecia um...

-Um campo de futebol?- perguntou Juliet.

-Sim! Um estádio de futebol - gritou Sky- vamos.

E todos aumentaram a velocidade pousaram no gramado. Era exatamente como um estádio de futebol deveria ser.

-Bellks entre na quadra- disse Sky- ficaremos na arquibancada.

-Tudo bem- disse Bellks.

A quadra estava toda cercada por arame para que nada entrasse ou nada saísse. Bellks passou por um portão e seus amigos sentaram na arquibancada que estava próxima ao campo. Tudo ficou mais escuro e uma luz do estádio se focou numa figura feminina, a única coisa que conseguia ser vista.

-Olá Bellks- disse a menina.

DIA DO AMIGO- O que seria um amigo?


Aposto que é só uma desculpa da Skol de vender mais cerveja, mas tudo bem, vamos comemorar o dia do amigo. Mas o que seria um amigo? Amigo de infância? Um animal? Melhores amigos? Amigos da escola? Amigo da internet? Família? Sim. Acho que tudo isso faz parte de uma amizade. Para isso, nada melhor do que imagens (espero que meus amigos não me matem). Meus amigos da internet, me desculpem por não ter fotos de você, é que eu simplesmente não tenho fotos com vocês, mas saibam que vocês também são importantes como qualquer amigo meu. E claro, meus caros leitores também são meus amigos!

Brincadeira de amigo...

20 de julho de 2009

MICHAEL JACKSON- Morte é mais lembrada do que a própria vida


Agora que a poeira abaixou, é a minha hora de fazê-la levantar! Pensaram realmente que eu nunca iria falar do Mike aqui? É ruim hem! Ele é considerado o Rei do Pop (se ele é o rei, quem seria a rainha? Madonna? Cher?) e para conseguir tal posição a pessoa deve ser muito importante e muito bom.


Não vou falar da vida dele porque isso muitos jornais já falaram (e algumas pessoas já sabem), mas vou falar da morte dele: ele é a nova Isabella. Lembra da Isabella Nardoni que os pais deram um peteleco e caiu da janela? Lembra que foi a única coisa que os jornais brasileiros sabiam falar durante um mês? A mesma coisa aconteceu com Jackson só que mundial. Sabe o vídeo que tem da filha dele falando no especial (morte) Michael Jackson? Eu vi cinco vezes na Rede Globo em apenas um dia. Um dia! Eu não mereço isso, quero ver outras coisas além do mesmo vídeo cem vezes!



Agora se você quer saber o que eu acho dele como músico eu não posso falar porque não gosto muito das músicas dele (sim, sou a única pessoa da face desta pequena Terra que não gosta de Triller), mas posso falar o que eu achava dele.



Para minha pessoa ele era como base duas coisas: ridículo e a pessoa mais preconceituosa que existiu. Considero-o a pessoa mais preconceituosa que existiu porque ele era negro e depois ficou branco. Se isso foi por causa de uma doença, eu entendo, mas se for verdade que tudo foi uma cirurgia (como em Trovão Tropical), pode acreditar que ele era a pessoa mais preconceituosa que existia, afinal ele não se aceitava e isso pra minha pessoa é tudo (se você não gosta de você mesmo, vai se tratar!).

O fato dele ser ridículo é pelas coisas que ele fez. Primeiro: o rancho dele. É o Paraíso de qualquer criança (e para minha pessoa), mas de um adulto? Quem ele quer ser? O Wonka da Fantástica Fábrica de Chocolate de Burton (e olha que ele ta quase lá)? Vai para a Disney! É mais barato. Segundo: o modo dele tratar os filhos. Máscaras, se esconder, pegar os filhos e mostrá-los pela janela é nada mais nada menos do que a última coisa quem um pai deveria fazer. Imagine se o filho caísse?



O pior de tudo isso é o próprio povo. Todo mundo criticava o astro pelo fato de talvez ser pedófilo, de talvez ser homossexual, de fazer isso com as crianças e quando ele morre ele simplesmente é perdoado. Isso pra mim não acontece e continuo tendo o meu pensamento sobre Mike: ele era ridículo.