31 de outubro de 2009

AVENIDA Q- O melhor espetáculo em SP também é a melhor adaptação de músicas já feita!

-Queremos que você volte!
-Não se preocupem que eu voltarei!

Sim pessoal, depois de quase um ano de espera, finalmente consegui ver a minha querida Avenida Q. E posso falar pessoal: o dinheiro valeu cada centavo e dezena que gastei. Foi uma das melhores experiências da minha vida! E: foi a melhor peça musical que eu já vi! (tudo bem que eu só vi A Bela e a Fera, além de Avenida Q). Quando eu entrei no teatro eu já fiquei com o queixo caido, mãos balançando e a curiosidade que não morria. Oito e meia. Oito e quarenta. Oito e cinquenta. Oito e cinquenta e cinco. Oito e cinquenta e nove e ai sim: a peça começou. Porém antes uma aviso: alguns personagens foram substituidos: A Japaneuza, o Brian e o Gary Coleman. Fiquei chateado ao saber que não seria o elenco original, mas os substitutos arrasam mais ainda! E os outros integrantes do elenco original também! E quando você for saiba: a peça não é para crianças e sim para adultos, tanto que tem cena de sexo explicito... de bonecos!


A história fala sobre a comunidade da Avenida Q: O Brian e a Japaneusa que são noivos e têm muitas contas para pagar, principalmente quando o Brian perde o emprego. A Kate Monstra (controlada pela Sabrina Korgut) é uma assistente de professora que pretende ter uma escola apenas de monstros, mas ela ainda não tem nenhum relacionamento. O Rod (controlado pelo André Dias) e o Nick (controlado pelo Fred Silveira e pela Renata Ricci) são colegas de quarto. O Nick é um folgado que não faz nada, enquanto o Rod (controlado pelo André Dias) é suspeito de ser meio gay. O Gary Coleman é aquele menino que fazia Minha família é uma bagunça, só que agora é zelador da Avenida Q. E então surge um novo personagem: Princeton, que se muda para a Avenida Q para encontrar o rumo de sua vida, mas sofre alguns obstáculos influenciados pelos Ursinhos do Mal (controlados por Gustavo Klein e pela Renata Ricci) e pela Lucy de Vassa (controlada pela Sabrina Korgut).

As músicas traduzidas pelos Charles Möeller e Cláudio Botelho ficaram completamente, absurdamente fantásticas! Eles conseguiram misturar palavrão, traduzir um musical e ainda fazer uma versão brasileira do mesmo? Sim, eles conseguiram! Palmas para eles pessoal! Todo mundo agora de pé aplaudindo! Gripe suína, Sarney, política, Rio de Janeiro, Xuxa, evangélico e muito mais da cultura contemporânea brasileira estão presentes na peça. Cada uma tão bem colocada como a outra. Sério: fiquei duas horas e meia sem parar de rir (a não ser é claro pelo intervalo)! Acho que foi a primeira vez que chorei de tanto rir! Mas não tenho certeza, pois eu tinha coçado meu olho antes e ele ainda estava meio irritado. Sem falar na criatividade do único cenário e ainda dos uniformes dos atores, que vai de tênis All-Star preto até um vestido que brilha!


E os atores pessoal? Um melhor do que o outro! O André Dias como Princeton/Rod está excelente! Com caras e bocas e uma voz, que como diria a Japaneuza (que como foi substituida, infelizmente não sei o nome da atriz, mas que faz um excelente trabalho!), DO CARALHO! O mesmo vale para a dupla simpática de Fred Silveira e Renata Ricci que possuem vozes boas pra... Você entendeu. A Sabrina Korgut tem uma voz adorável! Ela é talentosa, consegue controlar sua voz com duas personagens (uma personagem tem voz fina e a outra bem groça) e o pra... também vale para ela e para todos. Os atores que fizeram o Gary Coleman e o Brian também estavm ótimos, mas também não sei o nome deles (que vergonha alheia). Mas quem mais me impressionou é justamente a atriz muda Renata Ricci, que com suas caras e bocas, gestos e simpatia consegue conquistar o público, afinal, eu estava na primeira fileira, posso afirmar isso! Ela me conquistou! E acho que o trabalho dela é o mais difícil. Imagine só você não poder falar e só demonstrar os sentimentos com caras e bocas. Impagável!


Por falar nisso, um Momento Bizarro aconteceu lá. Um não, mas vários! Na cena do pornô o Fred chamou a atenção de um cara (com o perosnagem Trekkie, um personagem que só pensa em pornografia) e perguntou "Você vê porno, né?". O cara se encolheu todo na cadeira! E o Fred ainda falou "vê sim que eu vi você na minha webcam". E comigo pessoal? Sim, aconteceu comigo. Tem uma certa música que eles falam em dar dinheiro para criar a escola da Kate Monstra, só que ninguém da platéia dá (sim, eles interagem com a platéia). Depois a Japaneuza fala "todo mundo aqui é pão-duro! Aposto que todo mundo pagou meia". E a Renata Ricci olhou pra mim e pra minha amiga, apontado para nós como "estou de olho em vocês! Eu sei que vocês pagaram meia!" e eu comecei a rir ainda mais e ai ela começou a fazer gestos de minha risada! Outra coisa que aconteceu foi quando o Brian apontou pra minha amiga e falou: "Essa música é pra você" e começou a cantar "Estou sem cueca!". Nos rachamos mais ainda! E antes, quando um personagem pede dinheiro para comer porque ele está morando na rua, o Fred e a Renata (usando o Nick) pediram para minha irmã. Minha irmã começou a rir mais ainda e eu também!


Voltarei em breve para assistir Avenida Q pessoal! Se o cd não lançar (embora eu prefira muito mais ter um cd de Avenida Q, que ficou com uma tradução tão excelente, ao contrário de Hairspray do Falabella, que pelos videos têm umas traduções de certas músicas que ficaram horríveis e que já tem Cd garantido) eu tenho que aproveitar ao máximo, por isso tenho que conferir de novo e de novo. E ai vai minha dica para vocês: está havendo uma promoção neste site que você paga cinco reais para ver a peça. É pouco (para minha pessoa teria que ser dez reais pelo menos. Coitados dos atores pessoal. O que eles fazem é a profissão deles! Eles merecem ganhar a entrada que já está um pechincha perto de teatros como o Abril [SP] e o Oi Casa Grande [RJ]), mas vou aproveitar para ver quantas vezes der! Avenida Q é ótimo e é o melhor espetáculo em SP. Se você perder posso te garantir: você vai ficar na Merda! Mas lembre-se: a peça contém pornografia, sexo explícito de bonecos, como a vida está uma merda, palavrões e você se caga até o fim!
OBS: Tô com bolha na mão de tão forte que eu bati palma!

30 de outubro de 2009

CENTRAL DO BRASIL- A grande obra-prima do nosso cinema!


Entre casas e estradas, a vida dessas duas pessoas nos comovem em Central do Brasil

Se você é uma pessoa que adora cinema na veia, acho que você deveria conhecer um pouco mais do nosso cinema brasileiro. Olhe só! O sujo falando do mal lavado! Brincadeira pessoal, mas é verdade: sou quase um virgem em cinema brasileiro. Já vi clássicos da literatura como O Alto da Compadecida, comédias românticas como Lisbela e o Prisioneiro (o qual eu adoro!) e até a crítica contra os nossos policiais como em Tropa de Elite. Mas até hoje, eu não tinha visto o maior clássico de nosso cinema: Central do Brasil.


A história é sobre uma professora aposentada, vivida pela grande e única Fernanda Montenegro, que vive sua vida, agora aposentada, escrevendo cartas ditadas por pessoas analfabetas. Claro: ela decide quais cartas ela envia e quais não, guardando até algumas numa gaveta para rir depois. Num dia, uma mulher e seu filho vão até a Fernanda e ela escreve a carta, mas não envia. No dia seguinte a mulher pede para fazer outra carta. Uma coisa leva a outra e Bam! A mulher é atropelada. Então Fernanda tenta realizar o objetivo da carta: tentar fazer com que o menino encontre seu pai.


Com certeza, se Central não for o melhor filme nacional que temos hoje (ainda não vi Cidade de Deus, mas pretendo ver o mesmo em breve [entendam: eu aluguei mas não deu tempo de ver), provavelmente o filme está entre os tops dos tops. A história pessoal, não fala de favela (aleluia!), embora fale sobre a pobreza no Brasil. Afinal pessoal, sobre o que os filmes fariam sucesso aqui no Brasil além de favela e futebol? Samba? Não. Futebol? Não. ETs? Definitivamente não. Eles sempre vão para NY, por qual motivo os Ets viriam para a Cidade Maravilhosa? Para dar "oi" pro Cristo?


Central ainda concorreu contra A vida é Bela no Oscar para ganhar o prêmio de Melhor Filmes Estrangeiro, porém acabou perdendo (O A vida é Bela é daquele cara que fez o aquela terrível versão de Pinóquio). Qual será minha próxima missão então? Assistir A Vida é Bela, para decidir, na minha modesta opinião, se Bela realmente mereceu o prêmio, embora eu obviamente vá defender com todas as minhas forças Central, que foi mais do que surpreendente... não tenho nem palavras para falar de como ele é diferente e bem feito, e já faz um dia que eu vi o filme e ainda estou de queixo caido.


O filme também indicou ao Oscar a minha (e apenas minha! Não toque nela!) querida Fernanda Montenegro, que na minha humilde e modesta opinião de blogueiro, é a melhor atriz que este Brasil brasileiro já viu. Sua indicação ao Oscar não foi nada mais nada menos do que uma mostra para o mundo de como esta mulher é talentosa e de que seu trabalho é de top de linha, mesmo vindo do Brasil, lugar que macacos andam pela rua principal, somos formados para jogar futebol e nos drogamos e vivemos na favela. Não estou certo? Afinal, é isso que os gringos pensam de nós: primatas e favelados. E claro: modelos e Ipanema também estão na lista.


Mas o filme em seu geral é ótimo, excelente! Muito tenso em certas cenas como a cena que a Fernanda começa a procurar pelo menino, depois que ela fala que ele era um castigo que tinha caído nas palmas das mãos dela, ou quando a amiga dela fala sobre o que estão fazendo com as crianças, o que leva a Fernanda à salvar o pobre menino. Mas o filme também tem cenas engraçadas como as cenas das cartas e a cena do roubo. Porém certas cenas poderiam ser cortadas, como a cena que a Fernanda e o menino estão num caminhão e tem uma mulher do lado deles cantando. Além dela cantar ruim, nem conseguimos entender o que a peste está cantando, mas isso não é motivo que estrage o perfume de um filme. E a mulher é como a comunidade do orkut: "Não sei cantar, mas eu canto muito!"


Depois te ter escrito essa crítica (crítica e opinião: são a mesma coisa? Até hoje não descobri), e, de ter conversado com minha mãe sobre filmes nacionais (ela me falou uma lista enorme dos filmes que eu já vi), realmente acho que Central do Brasil seja o melhor filme brasileiro que eu já tenha visto, uma obra-prima de nosso cinema. E o próximo passo? Assistir a outra obra deste nosso cinema brasileiro: Cidade de Deus. Ficarei impressionado? Espero que sim!

28 de outubro de 2009

MEU VIZINHO TOTORO- Um filme que lembra a história de minha mãe

Como não se encantar com a cara desse Totoro?

Meu Vizinho Totoro é mais uma obra-prima do grande e único Hayao Miyazaki (não pessoal, não o chamem de Disney oriental/japonês. Por favor) e com certeza Totoro é seu filme mais forte, ainda mais sendo uma animação. E é apartir de Totoro que vemos algumas coisas do diretor, como os seres pretos(que mudam a cada filme), as personagens sendo meninas jovens e fortes e enfrentado coisas terríveis, entre outros. E Totoro não seria diferente, ainda mais sendo o segundo filme feito pelo diretor.


A história é sobre duas irmãs, Mei e Satsuki (nomes orientais pessoal, é díficil de escutar, escrever é moleza) que se mudam para uma nova casa. Lá elas encontrarão alguns seres mágicos, como o grande, peludo e gentil Totoro, que é o rei da floresta. Além disso, Satsuki, a irmã mais velha, tem que enfrentar a adolescência, o fato de sua mãe estar extremamente doente e ainda ter que ser uma mãe temporária para sua irmã.


Meu Vizinho Totoro com certeza é mais forte que Chihiro e O Castelo Animado, e ainda consegue ser infantil. Por exemplo, a diversão entre as irmãs, aquela típica coisa de menino X menina, o amor da adolescência, a vergonah do rapaz, tudo isso é infantil (e eu fazia a mesma coisa). Agora, uma mãe doente, uma irmã perdida, ter que cuidar da irmã e ainda cuidar da casa, tudo isso sendo apenas uma jovem, é uma coisa adulta.


Minha mãe que o diga pessoal. A história da minha família, quando falamos de morte, é bem tensa. O meu avô paterno morreu quando meu pai tinha apenas três anos de idade e o meu avô materno morreu quando faltava um mês para eu nascer, ou seja, nunca tive um avô. Mas a parte que eu falo que é adulta, é da minha avó materna. Minha avó tinha um cancêr na cabeça (naõ sei se era cerebral), e, naquela época, há praticamente 30 anos, cancêr era morte na certa, ainda mais quando era cerebral. Minha avó passou por tudo: raspou a cabeça, ficou deitada na cama com várias coisas entrando e saindo da cabeça dela e em certo momento ela começou a perder a memória (é isso que falam as bocas de minha família do lado materno). Minha mãe e minha tia tinham que cuidar da casa, lavar a roupa e ainda cuidar da escola (meu avô era muito folgado!). Minha mãe ainda estudava na escola mais difícil de São Paulo (o Bandeirantes) e se preparando para a faculdade. Ou seja, vocês imaginem só como foi a adolescência delas, principalmente minha mãe, que era a irmã mais velha.


Embora este seja o filme mais forte de Hayao Miyazaki, ainda prefiro todo o mundo mágico que ele criou em Chihiro, na minha modesta opinião, seu melhor filme. Totoro ainda é declarado por muitos (muitos? Críticos? Pesoas? Não sei) o melhor filme de animação já feito. Na minha modesta opinião? Não. O melhor desenho em animação com certeza seria Wall-e e em desenho seria Chihiro. Entre os dois? Não sei, uma disputa tão grande como essa não tem vencedor, apenas elogios de ambas as partes.


Mas em todo o caso, eu adorei Meu Vizinho Totoro, mais uma obra-prima do grande Hayao Mizayaki. E agora pessoal, lembra quando eu comentei na postagem de Chihiro que ainda não tinha lançado Ponyo, o filme mais recente do Miyazaki? Que ódio tremendo! Invés de passaram no cinema Ponyo os brasileiros insistem em deixarem filme como Se eu Fosse Você 2 ou pior ainda: criar um documentário sobre futebol (aquele filme do Cortinhians talvez? Péle Eterno? Alguém?).

MÚSICA DO PÚBLICO- Coisas novas e coisas antigas

Pois é pessoal depois de toda essa discussão sobre as mudanças sobre a Música do Público, resolvi deixar assim:
1) Colocarei as músicas indicadas como votação, como sempre, sem colocar todas juntas numa postagem, como fiz desta vez. Só haverá uma postagem e essa será da música vencedora (como sempre, certo?)
2) O dia da Música do Público mudará de quarta para quinta-feira, sendo assim as pessoas terão (está certo escrever "terão"? Não lembro de ter escrito "terão" antes) mais dias para votar.
3) A música dessa semana é nada mais nada menos do que Lay All Your Love on Me do Mamma Mia! (que tem a melhor música e o melhor video!).
OBS: Indiquem suas músicas para Domingo começar a votação!


Lay All Your Love On Me- Mamma Mia!


27 de outubro de 2009

FILMES RESUMIDOS NUM PARÁGRAFO IV



Roger e Eu é um documentário feito pelo famoso documentarista e o mesmo diretor de Fahrenheit 11 de Setembro, Michael Moore. Embora eu não tenha gosta de Fahrenheit (mesmo apenas assistindo os primeiros quinze minutos) eu adorei Roger e Eu. O pessoal da minha sala, que acompanhou o filme comigo, dizeram o contrário. Confesso que eu dormi, mas é porque eu tive aula antes de assistir ao filme e peguei o filme do meio, e assim, capotar não foi difícil. Vocês sabem que eu não sou muito fã de documentário, mas Roger me impressionou (ainda mais pela capa do filme, que pela capa, pensava ser ruim). Para quem for assistir, saiba que o filme fala sobre o presidente da General Motors, Roger Smith, que fecha uma de suas fábricas em Flint, o que leva a cidade à falência. E saibam de uma coisa: a cena do coelho é muito tensa! Odiei aquela mulher!

O Filho de Chuck passou um dia ai no Telecine Action há muito tempo. Como eu nunca tinha assistido um filme do famoso boneco assassino, decidi assistir. Se aquilo não era comédia pessoal era porque o filme era um lixo. Não, o filme é um lixo de qualquer jeito. É o pior trash que eu já vi! O que é aquela cena final? É uma droga! O filme todo é! Até minha irmã que se caga inteira de filmes de terror (desculpe o modo que eu disse) começou a rir! Ou seja: noite de terror e alugar O filho de Chuck? Not!


Me sinto vergonhoso novamente. Pela indicação do meu amigo Luciano, alugei O Show de Truman. Pessoal, o filme é maravilhoso! Excelente! É uma crítica limpa e ácida sobre as propagandas, a mídia e o modo que ela nos hipnotiza para falar para nós o que é ser feliz ou não, o que é certo ou errado, qual o livro que você tem que ler, qual o macarrão encaracolado de requeião com pitada de pimenta que temos que comprar, entre outros. É um excelente filme com o Jim Carrey, que involve o telespectador como nunca! Parece que nós estamos sendo enganados (e não somos?) junto com Thurman.


A Sociedade dos Poetas Mortos naõ é um filme para todos. Ponto. É um filme sobre poesia e muitas pessoas, hoje, consideram poesia uma coisa fútile morta. Ponto. Mas é exatamente isso que Sociedade nos mostra: tudo pode ser poesia! A felicidade é poesia! A vida é poesia! E as pessoas que não gostam de poesia e coisas fantasiosas que liberam nossa imaginação, estão mortas. Robin Willians está em um de seus melhores trabalhos, e, sabem o amigo do House, o Dr. Wilson? Pois é pessoal, se você quer ver este ser jovem, então não perca Sociedade, que além de tudo trás finais surpreendentes, fidelidade e um professor bem chapado das idéias.

26 de outubro de 2009

MÚSICA DO PÚBLICO- Algumas mudanças

Acho que algumas pessoas não votam na Música do Público, e acho que elas tem razão em alguns pontos. "Poxa, ter que ir no youtube e ver cada música é tenso". Então eu solucionei uma coisa que eu deveria ter feito há um bom tempo: colocar todas as músicas que indicam aqui no blog, assim todos podem participar!

Meet Me Halfway- Black Eyed Peas



Desafinado - Gal Costa



Rain -Mika



Realize- Colbie Caillat



Lay All Your Love On Me - Mamma Mia !

25 de outubro de 2009

SE PREPAREM PESSOAL PORQUE SÁBADO TERÁ POSTAGEM DE TEATRO!

Tô tão feliz!

MÚSICA DA SEMANA- 25/10

Mais uma vez Glee me traz novas e velhas músicas, e dessa vez foi uma música velha, que ouvi e adorei no filme Amor em Jogo, porém nunca tinha conseguido descobrir o nome da música. E é ai que entra Glee: a música apareceu na série e é nada mais nada menos do que Sweet Caroline (não sei porque não tentei colocar este título. Pensei que era um nome mais complicado do que este tão simples), e eu adoro essa música. Embora tenha sido escrita por Neil Diamond, prefiro muito mais o Rei cantando Sweet Caroline!
OBS: INDIQUEM AS MÚSICAS DESSA SEMANA!

Elvis Presley- Sweet Caroline


24 de outubro de 2009

THE VAMPIRE DIARIES- Uma série sobre vampiros. Sim pessoal, este assunto de novo

Somos o casal ideal para esses adolescente. Não somos?



Como disse e prometi para Mirella: vamos falar de séries. E todos sabemos uma coisa que não é novidade: que os vampiros voltaram à moda, graças à Sthephenie Meyer e seu grande sucesso da Saga Crepúsculo. E, como alguns de vocês devem saber, lançou essa semana, se não me engano, uma nova série na Warner chamada The Vampire Diaries (claro né pessoal: se a HBO está fazendo sucesso com True Blood, nada mais do que justo da Warner ter uma série sobre vampiros também, já que é o canal mais assistido que possue em sua maoiria séries).


A história é sobre Elena, Stefan e Damon. Elena é uma jovem como nós caros leitores, que vive nos dias de hoje. Stefan é um vampiro, assim como seu irmão Damon. Ambos têm personalidades diferentes: enquanto Stefan quer ser o "vegetariano" que não se alimenta de humanos, Damon faz um prato cheio com as pessoas da cidade de Mystic Falls. E ambos os morceginhos estão voltados apenas para uma pessoa: Elena.


"Crepúsculo!", alguém já deve estar querendo pular na tela do computador para dizer essas palavras e ainda soletrar em minha cabeça. Pessoal, certas coisas são inevitáveis de acontecer no mundo dos vampiros como ter os caninos (agora me veio a cabeça o sexto Harry Potter), querer tomar sangue das pessoas, entre outros, mas cada autor decide o que fazer com seus personagens e com seu roteiro. Por isso, achei um golpe baixo, sujo e federento quando no quarto episódio os roteristas atacam a Saga Crepúsculo e falam que a Anne Rice era a melhor. Concordo com a idéia: a Anne Rice foi a mesma que escreveu Entrevista com o Vampiro, o melhor filme/livro/série de vampiros que existe, mas Diaries dar esse golpe em Crepúsculo foi sujo! Tanto que as idéias da Anne Rice estão muito presentes em The Vampire Diaries, ou seja, mencionar a Anne é a mesma coisa que dizer: tirei muitas idéias dela porque ela era um gênio. E defendo a Sthephenie: ela quis mudar certas coisas no mundo dos vampiros, enquanto Diaries fica preso no antigo mundo.


A história até que é legal, interessante, mas não tem aquele "quero mais" das séries. Por exemplo, toda vez que assisto um episódio de Glee eu quero saber o próximo episódio e o próximo e o próximo. E Friends então? Assisti todas as temporadas em quase, se não em, uma semana de tão curioso e tenso que fiquei. E House? Sem comentários, simples assim. E os roteiristas ao invés de tentarem atacar Crepúsculo para conseguir mais audiência deveriam pensar e repensar sobre a tensão do "quero mais", que é o que cria fãs de séries e deixa a história interessante. Sem falar no clima da série que mistura uma coisa bem dark e um pouco de Supernatural, algo que já é um clichê neste mundo vampiresco.


E claro: os protagonistas da história tinham que ser a menina gostosa e o menino bombado. Entendo que a maioria das pessoas querem ser assim, eu também quero, mas convenhamos: ter uma série que possua apenas meninas gostosas e meninos bombados é o mesmo que dizer: "não temos conteúdo suficiente. Olhe para os seios dela!". Mas é claro: as mulheres usam mais roupa, enquanto os homens aparecem sem camisa mostrando seu corpicho, ou seja, o óbvio: esta série está sendo dedicada para as meninas. Ou seja, nós meninos, out!


E acreditem ou não: os personagens mais interessantes não são nenhum dos protagonistas, mas sim uma amiga de Elena, Bonnie, que é uma bruxa ou uma vidente sem sabedoria, pelo menos nos primeiros episódios. Ela sim é uma coisa de "quero mais" na série e espero que ela tenha um foco maior do que está recebendo ultimamente.


Para quem gosta de vampiros e gostou de Crepúsculo e Entrevista com o Vampiro, The Vampire Diaries é uma boa série para assistir, mas não é aquela série viciante que você não consegue se aguentar para conseguir assistir o próximo episódio. Sem dizer que a série está deixando tudo ocorrer muito rápido e isso que é legal em Crepúsculo e que foi uma tática da brilhande Sthephenie: criar uma tensão o máximo que puder e deixar as melhores coisas para o final.

23 de outubro de 2009

SONHO DE CONSUMO DE ESPETÁCULO FINALMENTE ATINGIDO? SÓ AMANHÃ SABEREI (SÓ FALTAVA ESCREVER NAS CASAS BAHIA)

"Estamos esperando por você Felipe. Cadê você?"
Estou indo caros amigos!

Desculpem por não ter postado nada hoje querido leitores e queridas leitoras, mas é que eu tive "Plantão de dúvidas de recuperação de física" (nome maior não existe) na minha escola (resumindo: fiquei até as três e quarenta na minha escola). Mas quem disse que meus pensamentos desta cabeça oca estavam apenas fixados na recuperação? Além da recuperação eu só podia pensar em uma coisa, que era nada mais nada menos do que a peça Avenida Q. Será que terá ingressos ainda para eu poder comprar e assistir o espetáculo que a tanto tempo espero? Tomara que sim.



Eu tinha descoberto a peça antes mesmo dela vir para o Brasil e quando soube que ela tava vindo para cá (porém que ia começar no Rio), eu já fiquei pensando que seria uma catástrofe. Mas então eu descobri a luz do fim do túnel: quem tinha traduzido eram os mesmos e únicos que tinham traduzido A Noviça Rebelde, o Charles Möeller e o Claudio Botelho, e assim minha confiança aumentou. Mas foi assistindo videos da internet que minha vontade ficou maior: Avenida Q não é uma cópia do americano, mas sim uma peça brasileira adaptada da peça americana, e, agora que tenho pessoas para irem comigo (embora uma dessas pessoas seja a chata da minha irmã [brincadeira!]), é melhor! Pois convenhamos: assistir um espetáculo ou um filme sozinho no cinema é uma coisa meio deprimente, embora eu faça isso sempre. Será que sou uma pessoa deprimente? A resposta é simples: não. Afinal, você não precisa que seus amigos vejam/gostem/ouçam a mesma coisa que você. Seja independente!

22 de outubro de 2009

O CRIME DO PADRE AMARO- Mais um filme com mulheres humilhadas

Você é um crime pelo qual eu posso enfrentar... por enquanto


Hoje na minha escola teve sessão de cinema (eba!). Claro que o filme não era do agrado de todos. O filme é baseado na obra de Eça de Queirós e é considerada a maior obra realista portuguesa. E claro, a película também não agradaria a maioria dos meus colegas de classe, que em sua maioria gostam de uma comédia romântica cheia de clichês ou de um filme com explosão desnecessárias. O filme ainda é mexicano (para mais desagrado de alguns), mas para mim é um bom filme. Este filme é O Crime do Padre Amaro.


A história é sobre o padre um recém-ordenado, Amaro, que é mandado para a cidade do México. O padre, embora seja devotado completamente à Igreja, acaba tendo um caso amoroso com Amelita (cuja a mãe está tendo um caso com um outro padre mais velho), uma jovem da cidade. Embora tudo possa parecer um mar de rosas da paixão no ínicio, o caso piora cada vez mais até chegar no clímax e na trisreza.


Na minha modesta opinião o filme é bom. Não é o melhor filme que utilize o espanhol (prefiro Má Educação do Almodóvar ou o meio espanhol meio inglês, Spanglês, o único filme meio sério do Adam Sandler que não seja uma comédia exagerada), mas O Crime do Padre Amaro é bom, mesmo que seu ritmo para alguns possa parecer lento e cansativo. A prova disso? Várias pessoas da minha sala.


Mas como em qualquer outro filme, o Gael García Bernal está excelente, principalmente nos momentos finais. Você não sabe quem é ele? Ele é simplesmente um dos atores mais famosos e competentes da América Latina. Ele fez o tão falado mas razoável Babel e ele fez aquele cara que se torna rei da ala 3 que todos odiamos em Ensaio Sobre a Cegueira, além de ser o amante do diretor em Má Educação.


Acho, apenas acho, que O Crime do Padre Amaro não tem foco no padre em questão, embora ele seja o personagem principal, mas sim nas mulheres. Embora alguns não confiem nas mulheres por elas serem "criaturas" que sangram durante cinco dias e não morrem (South Park), a mulher em Crime é simplesmente abusada e isso ninguém pode negar, nem mesmo um desenho animado que fala palavrão. Uma das mulheres tem algum problema que não é falado qual, acho que estaria perto da paralisia cerebral, não é a tratada de modo diferente. Na verdade, as pessoas batem nela, a tratam mal e a isolam. Simplesmente senti muita pena dela.


E o affair do padre Amaro, Amelita, simplesmente foi chamada de: "puta, vadia, vagabunda, fácil, galinha", entre outras palavras gentis que meus colegas de classe pronunciaram. Mas acho que na verdade, ela está sendo simplesmente normal: jovem que quer ter um amor e fazer sexo (que eu saiba, ninguém até agora jogou pedras na Bella de Crepúsculo por causa disso), enquanto quem é o verdadeiro, vamos dizer assim, "herege" é o padre Amaro, que fez juramentos à Cristo, mas não obedece o mesmo, se deixando levar pelos instintos. Mas quem acaba se ferrando é ninguém menos que a mulher, ou seja, Amelita, que tem o final nada mais nada menos do que destinado.


Se você assistiu Dogville e Ensaio Sobre a Cegueira, que mostram como as mulheres são mal tratadas pela sociedade (embora em Ensaio elas puxam o tapete dos homens), e adoraram, então eu recomendo para você, caro leitor ou leitora, assistir O Crime do padre Amaro. E uma coisa: lembre-se que é baseado na história, pois a histótia do filme se passa em 2002 e a obra foi escrita em 1875 (fica a dica).

21 de outubro de 2009

MÚSICA DO PÚBLICO- 21/10

Como o Fernando foi o único que indicou uma música para Música do Público, nada mais do que justo de colocar a música dele automaticamente, como eu sempre faço. E olha só pessoal: a música é Mercy do Glee. Ainda bem que a série já está ficando famosa aqui sem nem ainda ter lançado! Torço para Glee continuar mais algumas temporadas, e acho que isso vai acontecer pessoal! Glee, se não me engano, é a série mais vista da FOX nos EUA, então pelo menos mais uma temporada tem! Mas vamos a música, que agora é o nosso foco:
OBS: Indiquem a Música do Público da semana que vem...

Mercy- Glee