30 de maio de 2010

MÚSICA DA SEMANA- 30/05

depois ouvindo as músicas de Wicked é que a gente percebe como o musical é bom! Infelizmente sei que quando o musical chegar no Brasil terá um preço absurdo, já que as probabilidades de ser um musical da T4F (responsável pelos musicais do Teatro Abril) são enormes. Mas do mesmo jeito, o musical tem músicas lindas e viciantes! Defying Gravity, As Long As You're Mine, e agora aqui no blog, uma música para as pessoas que se sentem injustiçadas por fazerem boas ações e nunca serem recompensadas e que é do musical: No Good Deed!

TEMA DA MÚSICA DO PÚBLICO: MADONNA!



No Good Deed- Wicked


MÚSICA DO PÚBLICO- 30/05

Caramba! Já estamos perto de Junho (1 dia)!!! Mês que o cinema vai voltar a ser uma coisa diária em minha vida! Príncipe da Pérsia, Sex And The Ciy 2, Eclipse, O Escritor Fantasma, O Golpista do Ano, Toy Story 3! Mas em Julho infelizmente só terá uma atração em minha mente e a que mais desejo: Ponyo (vi baixado da internet, mas quero ver um filme do Miyazaki no cinema!), mas ainda bem que o teatro existe em Julho! O Médico e o Monstro, Gypsy e Despertar já estão na lista, isso se Avenida Q não vier também . Mas vamos pensar no hoje: ontem era dia da música do público, e, depois de um simulado, supermercado, entre outros, capotei em meu colchão e só acordei mesmo agora. Então será postado hoje, e agora, a música do Capital Inicial. Em minha modesta opinião, uma das minhas favoritas...
PRÓXIMO TEMA: Madonna!


Eu Nunca Disse Adeus- Capital Inicial


27 de maio de 2010

PRÉ-ESTREIA: PRÍNCIPE DA PÉRSIA- Mais um jogo para as telas do cinema. Preocupação??

Já sabemos de efeitos e fotografia excelentes. Mas e a história?


Se existe uma franquia que eu jogo praticamente todos os novos jogos que lançam, esta é a franquia de Prince Of Persia. Desde The Sands Of Time, a série retornou (sim, porque já era bem antiga) ao mundo dos videogames e agora é uma das franquias mais desejadas do mundo. Eis então que alguém que estava jogando videogame com seu filho chato, mimado de 4 anos (não sou eu, embora pareça), viciado, que ficou enchendo o saco para o pai jogar junto com ele (o pai ficou olhando, porque o jogo é para apenas um jogador). Então o pai parou, colocou a mão no queixo, olhou para cima e pensou: "Hum...Isso pode virar um filme!" (essa história não é baseada em fatos reais sendo criada apenas para entreter os leitores deste blog [sarcasmo dói!]). Este é o produtor da trilogia Piratas do Caribe: Jerry Bruckheimer (ou seja, em relação aos efeitos e a fotografia, já temos certeza que serão excelentes!).

A história será baseada no jogo The Sands Of Time. O príncipe da Pérsia (agora com nome), Dastan, é culpado de assassinar seu pai. Mas na verdade, tudo é um golpe de Nizam, tio de Dastan e irmão do soberano ( alguém se lembrou de O Rei Leão? Só para saber). Agora banido, Dastan, com a ajuda da princesa Tamina, protegem uma adaga que controla as Areias do Tempo, que pode controlar (o que?) o tempo, dando poder de "controlar o mundo". Grande elenco com Jake Gyllenhaal, Ben Kingsley, e dirigido por Mike Newell, diretor de Harry Potter e o Cálice de Fogo.

Olha, seu eu não fosse um fã da série, uma fã de filmes de ação e nem soubesse que o filme é do mesmo cara que produziu Piratas do Caribe, com certeza essa sinopse (baseada em duas sinopses diferentes) seria bem "brochante". Já vimos essa história várias e várias vezes e com certeza um homem bombado não me chama a atenção. E, sendo baseado num jogo, as chances de ser um fracasso (#fail no twitter) são grandes! Afinal, filme bom que foi baseado em jogo apenas Resident Evil. Até o filme do Mario tem pessoal! É horrível! Meus olhos sangraram de tanta dor (exagero à parte)!
Então, Príncipe da Pérsia será, pelo menos para mim, uma das "surpresinhas" do ano, podendo ser muito bom ou muito ruim. Vamos ver!
OBS: Lança no dia 4 de junho, dia do aniversário da minha irmã e durante um feriado! Ó que coisa boa! Feriado + bolo + cinema = um bom fim de semana prolongado!


26 de maio de 2010

ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS- Burton não gosta de esquecer de "segundos" livros

Só a Helena pode cortar a minha cabeça!



Não há dúvida de que Tim Burton além de ser o diretor mais cult de nossos tempo, e é tolo quem nega isso até a morte, ele é um diretor que consegue criar e "vender" sua idéias mirabolantes. Claro, seus primeiros filmes não fizeram tanto sucesso quando lançaram, tanto que apenas nos dias de hoje que ele é aclamado tanto assim. Antigamente, muitos de nossos pais achavam que o diretor era louco e viajava demais em sua imaginação. E dessa vez, a viagem foi profunda e escorregadia.


A história de Alice no País das Maravilhas é mais do que perfeita para a mente Burtiniana. Alice agora está com quase 20 anos e está prestes a se casar com um lorde asqueroso, embora ela não queira. Durante sua festa de noivado (que ela descobre o que é apenas na hora), Alice encontra um coelho de agasalho andando pelos arbustos da mansão do noivo. O que acaba acontecendo é exatamente a história do pesadelo de Alice tinha quando era pequena: ela cai num buraco e a história acontece novamente.


Mais do que perfeita a história de Alice já sabemos que é. Um gato que fala e desaparece? Uma lagarta azul que fuma e fica "locona"? Uma rainha com uma cabeça gigante e que seu exército é composto por cartas de baralho? Essa é a história de Alice que conhecemos, a Alice do clássico Disney de 1951. Mas Burton não queria apenas a animação como fonte. Ele queria o livro. E é nesse momento que Burton escorrega, pois ele insiste em colocar a continuação do livro dentro de seu filme, assim como fez com a Fábrica de Chocolate. As cenas de lutas com o dragão e Alice, por exemplo (que se não me engano estão presentes no segundo livro), poderiam ser descartadas facilmente, pois a partir do momento da batalha, o filme não sabe se vai ou fica ou para onde vai (odiei o final no mundo real. Só para vocês saberem).


E eis aqui um momento para fazer a comparação entre dois filmes do diretor: A Fantástica Fábrica de Chocolate e Alice. O título de Fábrica se fosse traduzido ao pé da letra seria Charlie e a Fantástica Fábrica de Chocolate (no antigo não era Charlie, mas sim Willy Wonka, o que faz mais sentido já que a história é sobre a fábrica e não sobre o Charlie) e possui o nome do personagem principal, assim como é o título de Alice no País das Maravilhas. Embora esteja presente o nome dos protagonistas das histórias, estes não possuem destaque nem aprofundamento. A Alice de Alice consegue até ser irritante em alguns momentos quando ela começa a falar com si mesma sobre o que está acontecendo. No mínimo ela falou a frase "é apenas um sonho" umas 15 vezes, e isso irritou profundamente o pequeno preguiça alcoólatra que vive em minha cabeça. Não deu para engolir, assim como sua atriz.


Embora o roteiro tenha pecado e muito, Burton tenta compensar nos efeitos especiais. Os castelos são deslumbrantes! A cena da queda do buraco com certeza é a melhor do filme, em questões de entretenimento e diversão, sendo a única cena que realmente nos leva à Alice (e olha que fui no Imax!). As cenas finais são muito bem trabalhadas, assim como cada animal ou personagem. Mas não é o bastante, pois Burton também não se aprofunda nos efeitos. Ele tem o poder do País das Maravilhas! É um lugar bizarro! Queremos ver muitas bizarrices!


Nas atuações/dublagens: Helena Bronham Carter como a Rainha de Copas é excelente! Ácida, resmungona, inocente, divertida, com certeza a melhor "coisa" de Alice sem ser efeitos especiais (exceto sua cabeça enorme!). Uma pessoa que todo mundo meteu o pau, mas que eu adorei, foi a Anne Hataway como a Rainha Branca! Existe um clichê e uma crítica contra o mesmo em sua atuação, o que a torna não apenas engraçada, mas ácida, assim como a Helenna, só que com um jeito diferente. Já Deep é louco! Encarnou o Chapeleiro em suas veias! E das adaptações de Burton, a única que gostei foi a de mostrar este lado sombrio do Chapeleiro. Afinal, se ele é louco, deve ter um lado sombrio de sua loucura. A lagarta também é excepcional! Ouvir aquele ser azul com a voz do Snape é ótimo! Só queria que o gato fosse mais sarcástico. Esse é muito bom pro meu gosto.


Alice realmente foi a única pecadora (o Valete é razoável, mas ele não é o protagonista e nem tão importante assim, né?) nas atuações, mas será que isso é culpa da falta de talento da atriz ou de seu desenvolvimento? Acho que um pouco dos dois. Ok, a Alice é uma mulher forte, luta, não quer casar com uma pessoa que não ama, não quer usar algo que a incomode, mas é só isso! Parece uma revoltada com a vida e que caiu num mundo de aventuras e que quer sair daquele sonho de uma vez por todas! Entre as peronagens femininas fortes, prefiro as rainhas!


Burton provou em Alice no País das Maravilhas que ele se importa mais com personagens coadjuvantes, escorregou no roteiro por causa da fusão de dois livros e tentou compensar o erro em efeitos especiais, assim como fez em Fábrica. Quero só ver mesmo o que ele fará com o meu Mágico de Oz, outro prato cheio para ele e que dizem ser seu próximo filme. Mas Alice será apenas entretenimento do diretor, do bom, mas apenas isso.
OBS: O que foi aquela cena da dança? (comentário por favor levado ao lado negativo). Burton, estamos ficando preocupados com você! Queremos um novo e fresco trabalho como Peixe Grande, Edward, seja o que for! Sabemos do que você é capaz menino!
OBS2: Olhem no poster de Alice a porta por onde ela sai. Olha como o Burton é! Ele faz uma homenagem a ele mesmo! É a mesma porta de Os Fantasmas se Divertem!

23 de maio de 2010

MÚSICA DA SEMANA- 23/05

Hoje eu estava assistindo Pânico na Tv. Embora tenha algumas coisas no Pânico bem sem graça, o Polvilho imitando o Serginho é impagável! Mas hoje, o Pânico foi primeira emissora a fazer uma transmissão em Tvs 3-D. Que bom para as pessoas que tem a televisão, porque não tenho nem se quer uma de plasma/lcd/led da vida. Mas outra coisa interessante foi a Gorete (aquela moça desdentada). Mostraram como dentes é uma coisa que importa para a beleza (e espero consertar os meus logo), seja para conseguir trabalho ou ajuda com um pneu furado. Então, juntando a Gorete e um português dono de uma pizarria, me lembrei de uma música. Não que eu esteja sacaneando a Gorete (porque agora ela tem dentes melhores que os meus) mas é que não pude não lembrar da música...

OBS: NOVO TEMA: CAPITAL INICIAL!



Vira-Vira- Mamonas Assassinas


MÚSICA DO PÚBLICO- 23/05

Pelo visto a música mais famosa do Luan Santana foi a mais votada. Mas por alguns momentos, Sinais parecia quase grudar em Meteoro, e quem sabe poderia ter a possibilidade de ultrapassar. Sinceramente, eu prefiro Sinais do que Meteoro. Mas de qualquer jeito, o estilo de música do Luan Santana não é aquela que eu ouviria direto. Algumas são legais, ok, mas não são ao ponto de serem viciantes, pelo menos para mim (e detalhe: ele é muito vesgo [risos]! Dá uma olhada nesse video..).


NOVO TEMA: CAPITAL INICIAL!

Meteoro- Luan Santana



20 de maio de 2010

OS FANTASMAS DE SCROOGE/ UM CONTO DE NATAL- Zemeckis só se afunda cada vez mais...

Só este nariz me deixa medonho?


Se vocês já viram O Expresso Solar ou A Lenda de Beowulf, vocês já devem saber como o diretor Robert Zemeckis adora capturar as expressões dos atores e transformar numa animação (essa técnica se chama "captura de performances"), como fez nos dois filmes citados anteriormente. O diretor já fez muitos filmes bons, entre eles a divertida triologia De Volta Para o Futuro, Contato, e também já fez uma divertida animação (sim, ele conseguiu!) aclamada até os dias de hoje como um filme cult: Uma Cilada para Roger Rabbit. Mas depois de O Expresso Polar, o diretor só tem se afundado com seu briquedo de captura.


Todos já sabem a história, não? Este é o famoso conto de Charles Dickens que passa todo Natal (e que eu adoro!). Porém, os tradutores brasileiros sempre querem ser "peraltas" da vida e fizeram uma nova tradução da mesma história, de novo ( o filme já recebeu nomes como Scrooge, Adorável Avarento e a lista segue!) . Mas a história é a mesma de Um Conto de Natal: um homem mesquinho, Ebenezer Scrooge, só pensa no dinheiro e nada mais. Numa noite de Natal, Ebenezer recebe a visita de três fantasmas que tentam mudar suas atitudes egoístas, fazendo com que ele se lembre do Natal do passado, ver o presente e presenciar o Natal futuro.


Embora os efeitos 'divertidos" de Zemeckis possa parecer divertido para alguns, para outros já se tornam repetitivos e, desculpe parecer pesado mas é a verdade: chato. Se você se lembra da câmera utilizada pelo diretor em O Expresso Polar, Scrooge se resume nas mesmas técnicas de diversão de Polar. Apenas a história que muda.


Embora seja a mesma história, Zemeckis conseguiu torna-lá chata. O protagonista da história interpretado pelo Jim Carrey (que poderia passar sem este filme em seu currículo numa boa, já que o diretor nem pediu para ele ser um terrível Scrooge) se torna num Scrogge trash: sem desenvolvimento e fazendo palhaçadas demais. Sem falar na cena que ele vira um anão. Simplesmente terrível!


Se você não assistir este filme no Imax (e não verá porque já saiu de cartaz faz tempo), ou se você não tem uma idade menor de 10 anos, ou se você não gosta dos últimos trabalhos do diretor, Os Fantasmas de Scrooge pode passar pelos seus olhos da prateleira da locadora fácil fácil! Até mesmo o Um Conto de Natal dos Muppets consegue ser mais divertido e emotivo que esse, e ainda sem efeitos especiais, que é com certeza, a única coisa que o filme pode oferecer, agradando a alguns e desagradando outros. O meu ponto de vista nem preciso comentar, preciso?

18 de maio de 2010

THE ROCKY HORROR PICTURE SHOW- O filme mais bizarro e sem noção que já vi

Isso não é nem uma amostra do non-sense de Rocky!



Vocês não imaginam como eu fiquei surpreso quando assisti The Rocky Horror Picture Show. Eu nunca, NUNCA, imaginei que havia um filme que poderia ser mais bizarro que um filme do Tim Burton. O cara fez Ed Wood, Edward Mãos de Tesoura, Marte Ataca!, Os Fantasmas Se Divertem, porém, nenhum desses filmes consegue ser mais bizarro ou "brizante" do que Horror, sendo superior ao musical ou não. Se você viu a música dessa semana, já sabe o potencial do filme.


A história começa com um casal numa música bem melodramática, pastosa, clichê e romântica, para demonstrar o amor dos dois. Então, numa noite, o pneu do carro fura e eles vão a procura de ajuda. Eis então que eles encontram um castelo. Quando entram na residência, eles acham várias pessoas estranhas e um médico-travesti que cria o homem perfeito. Nisso, o filme se desenrola em desejo, trash, ficcção científica, musical, comédia, e terror trash.

Sentiu a adrenalina bizarra? O médico travesti interpretado por Tim Curry (o capitão Silver de Muppets na Ilha do Tesouro, ou o palhaço de It, use o exemplo que bem lhe prefere) é hilário, divertido e dramático. Imagine ver um homem com um "vozeirão", que você assistia como pequeno sendo um pirata, e, de repente, ele se torna num divertido médico alienígena travesti do planeta Transexual Transilvania e cria o homem perfeito (uma paródia de O médico e o monstro). A Susan Saradon está divertida! Sabe que o seu personagem tem que usar atuações forçadas o que a torna "fofa", mesmo tendo uma voz que parece "forçada" para ser bem fina. os úncios atores que levaram à sério e escorregaram foram os atores Barry Bostwick (que canta mal) e Peter Winwood (esse pelo menos canta bem). Ressalva para a atriz Patrícia Quinn, que interpreta a divertida Magenta (adorei ela, sério)!


Acho que é a primeira vez que um filme depende, e muito, do fator me-agrada-ou-não. Tem filmes que não gostamos, mas que são bons, como por exemplo, A Fantástica Fábrica de Chocolate do Tim Burton. O Wonka, os Woompa- Loompas, tudo depende se estes irão agradar ao telespectador ou não, mas ainda assim os efeitos são bons e a história também. Em Horror, além das atuações (como a da Susan Saradon, que é forçada de propósito e alguns podem não entender isso), essa mistura entre gêneros pode não agradar muitas pessoas. Eu, particulamente, adoro quando misturam o gênero, mostrando que tudo no cinema é possível!


Tendo algumas coisas que particularmente não gostei, mas que é questão de gosto, como por exemplo, a cena inicial e final, The Rocky Horror Picture Show continua sendo um filme divertido, musical, trash, com ficção científica. E uma curiosidade para vocês: este é o filme que está a mais tempo em cartaz nos cinemas, sendo famoso na sessão da meia-noite, onde pessoas se vestem como personagens do filme e cantam juntos, além de fazer a dança do Time Warp. Se você gosta de "bizarrices", por favor, não perca Rocky.

16 de maio de 2010

MÚSICA DA SEMANA- 16/05

Pessoal, a música que eu irei publicar hoje pode ser considerada também como uma "dança da semana". Sexta-feira, se não me falha a memória, assisti um dos filmes mais famosos e cults dos anos 80: Rocky Horror Picture Show, que com certeza é o mais bizarro e "brizante" do que qualquer filme realizado pelo Tim Burton e filme que já vi! E olha o naipe para conseguir esse prêmio! Mas vamos a "música/dança"! da semana. Simplesmente viciante!
OBS: Então foi decidido! Tema da semana: Luan Santana


Time Warp- Rocky Horror Picture Show



15 de maio de 2010

MÚSICA DO PÚBLICO-14/05

Cristo! Acabei de ter um filho! Finlamente uma bondosa alma (nesse caso o Ricardo Martins) desempatou as músicas mais votadas que estavam na enquete, e, pensando comigo, minha mente e um pouco da inteligência que me sobra, decidi uma NOVA MUDANÇA na publicação da data na música do público: SÁBADO. Já que sábado passado postei a outra música vencedora, e nesse também, parece que sábado é o melhor dia para a postagem (sim! Fim de semana é se tornou musical aqui no blog! Mas posso de vez em quando postar sobre um filme nesses dias...). Tive a indicação de um tema (Luan Santana. Não ouço, mas indicaram), mas quero ver se outras pessoas aceitam. Vamos ver! Mas enquanto isso...


Elephant Love Medley- Moulin Rouge


14 de maio de 2010

A HORA DO PESADELO (1984)- Naquela época era revolucionário


Não vim de Mosntros S.A!



Ano passado fio lançado um remake de Sexta-Feira 13, tanto que assisti o original e o remake. Ambos tediosos, clichês, não-tão-sangrentos (Taxi Driver tem sete minutos mais sangrentos que os dois filmes juntos!), filmes de "terror" que nos dão sono, e, nos cinemas, recentemente, foi lançado um remake do famoso A Hora do Pesadelo. Se eu ainda não fui assistir Alice, As Melhores Coisas do Mundo, Chico Xavier, entre outros, com certeza não assistiria este. Mas aluguei o original de 1984 na locadora...

Para quem não sabe, A Hora do Pesadelo é a "liga" de filmes do famoso personagem Freddy Kruger. A história todos já devem saber como acontece: um grupo de jovens são perseguidos por um homem quer matar todo mundo por pura e deliciosa diversão. No caso deste vilão, Freddy era um pedófilo, morto pelos pais da vizinhança e que agora busca por vingança matando os jovens durante seus pesadelos/sonhos (ao contrário de Jason que chega na faca!).


A história é a mesma pessoal: grupo de jovens + juventude + sexo + um homem que era pedófilo e foi morto e agora busca por vingança = filme de terror dos anos 80. Todos já sabemos dessa história! Para a época era uma grande revolução, que dava medo e tudo o mais. Hoje com certeza passaria como um filme qualquer. Além do mais, todo filme de terror com efeitos computadorizados dos anos 80 se tornaram trash, e Pesadelo entra nessa lista.


Mas até aí tudo bem, sabemos que existe todo esse clichê (pelo menos alguns devem saber). Então o que deveria ser legal nesse tipo de filme? As mortes. Um exemplo brilhante de "morte divertida" é a primeira morte, que a menina (depois de fazer sexo com o namorado, dã) começa a flutuar, bate na parede, começa a subir até o teto e começa a sangrar. Simplesmente divertido! Você pensa: "Nossa que legal!". Mas as outras mortes são completamente toscas. Enforcado na prisão? Mãe sendo sugada pela porta? Não cola muito. Uma que foi mal desenvolvida e muito rápida foi a do menino sendo puxada pela cama e jorrando sangue para todo lado (detalhe: esse menino era o Johny Deep).


Mas de todas essas coisas, a pior coisa de A Hora do Pesadelo é a atriz Heather Langenkamp, que faz o papel da jovem-principal-que-tenta-descobrir-tudo-sobre-o-vilão. Cristo do céu! Perto dela até eu poso ser ator pessoal! E olha que quando eu tento mentir eu sempre começo a rir, para vocês verem a qualidade que possuo para essa vocação. Sério, ela é ruim e precisava carregar o filme (já que o Freddy não dá medo).


Se você já tem mais de treze anos, já viu vários filmes de terror mais pesados como este (como por exemplo, A Bruxa de Blair, Atividade Paranormal, O Exorcista, entre outros), assim como eu, então fique bem longe de A Hora do Pesadelo, que provavelmente, assim como eu, você não apreciará a película. Mas se você ainda é jovem (doze anos para baixo) e nunca viu um filme de terror, você pode ficar com Freddy te atormentando pelo resto da vida (divertido não?).

11 de maio de 2010

O POVO CONTRA LARRY FLYNT- Um homem que sabia como fazer a festa!

Meu inimigo são vocês!

Para fechar com chave de ouro os casos de "conspiração de mídia" só faltava um filme! Temos reportagens (aqui e aqui), uma música, e, só faltava mesmo uma película, que por sinal, para os fãs do diretor Milos Forman (mesmo ser que fez o musical Hair) é provavelmente mais um grande filme de sua carreia e que deve ser assistido se você gostou do musical.


O Povo Contra Larry Flynt é um filme verídico sobre o dono de uma boate de strip-tease. Quando Larry começa a ler a revista Playboy ele pensa: "Quem quer ler um artigo sobre como fazer seu martíni perfeito?". Desse modo ele cria a vista pornográfica Hustler, uma revista com imagens mais provocantes que Playboy e cia e que vai direto ao ponto: mulheres sensuais. Mas claro, isso acontece nos anos 70 (e o que vai acontecer?), e a sociedade moralista, assim como os políticos, tentam impedir o sucesso da revista.

Adoro filmes sobre a liberdade de expressão e ideologia! Rent, Hair, Filadélfia, Moulin Rouge, Milk- A Voz da Igualdade, entre muitos outros! Também adoro filmes que mostram a repressão, mostrando que a mesma é algo repugnante e desumano, como por exemplo, Dogville, Edward Mãos de Tesoura, A Bela e a Fera, O Corcunda de Notre Dame, Thelma e Lousie, O silêncio de Melinda, Ensaio Sobre a Cegueira, O Grande Ditador, entre muitos outros! Olha quantos filmes sobre temas tão libertinos! Será que esses filmes querem dizer alguma coisa para nós? Acredito que todos tentam e parte de cada um entender do seu jeito.

No caso de Flynt, entendi o seguinte: pornografia é algo que muitas pessoas não aprovam, mas acho que é apenas uma forma de expressão, aprove quem quiser. Só depois não ache que tudo seja pornográfico e que ainda não existe amor (sou um pouco discreto e pouco indireto não? Imagina). Um discurso que eu ouço sempre, e que sempre me irrita: "Temos que salvar nossos jovens! Eles não podem comprar revista desse tipo!". Há 20 anos eu diria: "Seu filho não pode comprar! Não enche! Ele só verá isso com adulto! Aí ele decide o que é bom ou não! Liberdade de expressão para todos!", mas claro que donos de banca vendiam para os jovens (o que está errado). Hoje eu digo: "Vixxi meu filho! Você ainda lê revista? Vai dar uma olhada no que seu filho está vendo na internet, ou melhor ainda, veja o que seu filho anda assistindo! (eram bons os tempos de Tv Cultura)". Como diria Avenida Q: "A internet é pornô!" (Quantas vezes não vemos spams [quando vamos baixar filmes, cof cof] com uma imagem de uma mulher escrito: "Oi! Vc ta aí?"). Então pais não se preocupem com o que está escrito, mas o que está à mostra (BBB?) para os seus filhos! Adoro a fala de Flynt: "Querem [demagogos e políticos] mostrar o sexo como uma coisa estranha, suja, ruim; E dizer ser heróico derramar seu sangue da mais horrível maneira, em nome da sociedade. O que é obsceno: Guerra ou sexo?". A frase de Flynt são brilhantes e libertinas! O que é pior: pornografia ou guerra? O que é sujo? O que é desumano? Pensem nisso!

A atuação de Woody Harrelson (o carinha maluco de 2012 ou a drag queen de Tratamento de Choque) é fantástico! Ele retrata bem não só a loucura que Larry teve depois por causa da mídia e sendo perseguido caso a caso, mas todo essa sensação de "se é para causar polêmica, que seja!". Uma coisa fantástica que este filme mostra e outros filmes biográficos não mostra é como o personagem principal é/pode ser, podre (muitos filmes defendem as pessoas retratadas neles). Flynt já era ranzinza antes de ser rico, depois então ficou mais ainda (eis uma coisa que gosto do diretor: ele fala a verdade)! Infelizmente, depois de Larry, Woody não teve filmes com personagens fortes, o que é uma pena, pois o filme mostra exatamente do que o ator é capaz.

Embora o filme tropece do meio do meio para o final, O Povo Contra Larry Flynt ainda é um filme muito bom! Com certeza mais um para a lista de filmes sobre polêmicas/liberdade de expressão. Somente o Milos Forman para fazer mais um filme libertino! E ele foi indicado ao Oscar de Melhor Diretor por Flynt (mas não ganhou) e ganhador por Amadeus e Um Estranho no Ninho. Pelo visto pessoal, o currículo desse diretor é de dar inveja!

9 de maio de 2010

MÚSICA DA SEMANA- 09/05

Aproveitando todas essas conspirações da mídia, seja no CQC, sobre a peça, sobre qualquer coisa, escolhi uma música perfeita para este tema, e ela ainda se tornou a música dessa semana. Além de ser uma música famosa que cospe na mídia, acabou de ser criado um musical com as músicas do cd da banda. Confira!
OBS: LEMBREM-SE DE INDICAR A MÚSICA DO PÚBLICO!!! TEMA: MUSICAIS!


American Idiot- Green Day



8 de maio de 2010

MÚSICA DO PÚBLICO- 08/05

Digitando silenciosamente para que meus pais não ouçam o som do teclado, já que estamos prestes a sair. Pois é pessoal, sei que agora a Música do Público ficou com um curta tempo de duração para votar (como era antigamente), mas essa deixei "rolar" até hoje, ainda mais que ouve um empate e tinha que sair um vencedor. E parece que o Jonathan Groff está se dando bem em Glee (em minha opinião, tinha que se tornar personagem fixo!).


NOVO/VELHO TEMA: MUSICAIS (Justin Bieber que não seria!).


Hello- Glee Cast


7 de maio de 2010

PROMETI QUE NUNCA MAIS IRIA FALAR...

Mas gerou polêmica!


Eu sei que prometi para vocês, para os meus pais, para os meus amigos, para o meu cachorro (opa! Esse ainda não tenho! Pai! Quero um cão! Ainda!), para todos! Falei que nunca mais iria falar sobre a peça O Despertar da Primavera, porém um ocorrido me obrigou com chicote e faca para sentar e escrever sobre a polêmica pós-peça que ocorreu e que foi publicada no site O Globo aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, ou seja, teve polêmica no site, sendo uma das matérias mais lidas! A polêmica é: "Ministério Público analisará peça em que atriz de 16 anos mostra seio".

Até comentei com algumas pessoas sobre o assunto, e eu, sendo uma pessoa que vive falando de "mundos de conspiração", acredito que a investigação tenha sido um exemplo. Por que só depois que a peça acabou essa polêmica veio à tona? Por que nenhuma matéria foi mostrada antes? Por que o governo do Rio decidiu abrir o caso, se já tinha ocorrido uma denúncia antes vir para SP? Pra mim, tudo conspiração da mídia (haha, não pude evitar de rir de mim), que desde o início não apoiou a peça em SP! Uma excelente "Prova A" seria da crítica da Veja, que simplesmente não fez nem uma pesquisa sobre a peça, falando que, por exemplo, que o Moeller e o Botelho não foram criativos. Porém a peça na verdade é uma adaptação única do Moeller e do Botelho! Apenas as músicas (essas traduzidas) e os personagens foram os mesmos da Broadway! Cenário novo, novo tipo de apresentação, sendo o segundo fator um que muda completamente o modo de como a peça é! Cada um tem sua opinão, mas que pelo menos tenha um conhecimento sobre o assunto por trás!

Mas outro ponto que achei muito importante foi de fãs falando dessa polêmica. "Como assim?", "Agora que vão falar disso?", entre outros, pessoas que assim como eu acreditam nessa "conspiração". Porém o que mais me preocupou foi o fato da Malu Rodrigues (que obteve autorização de uma juíza e que se emancipou para fazer a peça) ter apenas 16 anos. Além de ser uma adolescente (como a maioria dos leitores do blog e seu escritor) e passar pelos mesmos problemas que todos, imagine se ela teve que enfrentar os "olhares tortos" na escola, na família, com alguns amigos, e etc depois que a notícia foi solta? Até fizeram uma entrevista com ela e tudo o mais, mas nem na entrevista perguntaram se a polêmica tinha afetado em sua vida pessoal. Pois é, o importante sempre é o fato, nunca a reação.

Até comentei duas coisas no twitter e orkut da vida. A primeira foi no twitter: "Todos chamam este como o "século da informação", mas na verdade acredito que este seja o 'século da desinformação', já que muitas pessoas falam antes mesmo de saber se aquele fato X é verdade ou não e no que aquilo pode afetar se a informação for errada, porque quando é solta a notícia, verdadeira ou não, não a como impedir". Outra coisa que comentei foi no orkut: "Se não me engano quando a Jodie Foster realizou o filme Taxi Driver, com apenas 14 anos, ela teve que passar por um terapeuta/psicólogo para saber se o seu personagem (uma prostituta) no filme não causaria danos psicológicos para ela no futuro."


Sendo assim pessoal, pensem sempre antes de escrever algo ou falar sobre alguma coisa e tenham certeza que aquela informação seja verdadeira, ou, pelo menos, saiba de onde você tirou, e, se for falar sem ter razão falem "Não tenho certeza se é verdade ou não que..." e sempre repitam no final. Por exemplo, falar que a cena é pornográfica de Despertar está errado, já que a cena é poética como em muitos filmes considerado não-pornográficos, como por exemplo Réquiem para um sonho e De Olhos Bem Fechados, entre muitos outros. Falar que o pai da atriz é irresponsável também está errado. Ela não quer ser atriz? Eis uma enorme experiência para ela e o pai deixou que ela seguisse seu sonho! Imaginem só se muitos adolescentes recebessem esse apoio em casa? Seria um mundo bem melhor (obtive o meu apoio recentemente! Graças a Deus!)!


Mas agora vamos pensar positivos e esperar que a peça volte (sim! Existe essa possibilidade!), que a atriz tenha uma saúde mental muito forte e que tudo isso apenas ajude na divulgação da peça e para o sucesso da atriz. E pessoal, não pensem que só falei isso por causa do Despertar. Já falei aqui no blog que nossa mídia é moralista e machista! Imagine só se cancelassem o reality show mais lucrativo (BBB) do Brasil? Com certeza um programa que nem educativo pode ser, apenas cria cada vez mais e corrompe esse pobres jovens (olha só! O sujo falando do mal lavado! Assisto BBB, mas só nas polêmicas). Será que mais uma vez o Despertar será censurado? Afinal, isso apenas mostrará que o Brasil (que talvez, pois não sei se fará ou não, ou se será o único ou não, a proibir a peça) ainda pensa pequeno, já que a peça foi censurada em 1881, época de seu lançamento. Agora, cabe as autoridades tomarem as medidas certas, já que estas provavelmente não devem saber nada sobre a peça também, e cabe a elas analisarem o caso. Pois é pessoal: "What a wonderful world!".